Custa-me tanto de ver duas pessoas que se amam zangadas. Custa-me porque no meios de sentimentos de orgulho e de intolerância não há lugar para humildade.
Podemos tentar pensar que determinados conflitos são por amor, por preocupação do outro? Podemos colocar-nos na pessoa de frente e entender o seu ponto de vista? Pensar que o outro não quer magoar mas sim proteger? Tirar o sinal de alarme? Podemos desdramatizar? Não complicar? Ouvir e pensar? Penso num pai para o filho adulto por exemplo. Que terá devidas atitudes drásticas a pensar no bem dele? Quando se conhece já os feitios, as maneiras de ser, as características pessoais uns dos outros que muitas vezes são parecidos e familiares? Não será prova de inteligência, de bom senso, conversar, gerir, dialogar e trocar ponto de vistas com respeito, tolerância e aceitação do outro? Não será prova de sabedoria explicar que por medo, vergonha ou teimosia não aceitamos o que as pessoas nos dizem? Não será prova de maturidade, de mostrar o exemplo, saber voltar, explicar, conversar a vez e expressar por palavras, pedir perdão e desculpar? O que é importante? Ter razão, não reconhecer errar, ter a ultima palavra a força? Ou ser subtil? O amor das pessoas não é mais forte que a teimosia, orgulho, mau feitio, medo, vergonha, rabugice, cobardia e mentiras? Espero que sim. De todo o meu coração. De nós, começa a mudança de pacifismo para a paz. Serenidade. Consciência. Bem-estar. Sorriso. Descanso da alma. Abraçam-se por favor. Amam-se. A vida passa, corre e pára. E tudo acaba. Depois já não há tempo nem remédio para curar o que ficou para resolver. Ar, alivio, leveza, harmonia, amor. :)

1 comentário:
:'(
Enviar um comentário