"A suposição de que a identidade de uma pessoa transcende, em grandeza e importância, tudo o que ela possa fazer ou produzir é um elemento indispensável da dignidade humana. (...) Só os vulgares consentirão em atribuir a sua dignidade ao que fizeram; em virtude dessa condescendência serão «escravos e prisioneiros» das suas próprias faculdades e descobrirão, caso lhes reste algo mais que mera vaidade estulta, que ser escravo e prisioneiro de si mesmo é tão ou mais amargo e humilhante que ser escravo de outrem."
Hannah Arendt, 'A Condição Humana'
É preciso ter a coragem de mudar, alterar o que não funciona na sua vida.
Tomar decisões em consciência e respeitá-las.
Ir contra si-mesmo se for necessário.
Contra a facilidade, os hábitos instalados.
Ouvir a voz da sua consciência.
Pesar o pró e o contra.
Lembrar-se que qualquer escolha implica uma renúncia, e que viver é escolher.
Depois, quando tivermos o assunto bem pensado, andar em passo firme na direcção do que nos fará mais feliz.


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