terça-feira, 26 de novembro de 2013

Quem procura, encontra.

O nível é tão alto em qualidade, que nem a beleza da KK consegue salvar isto:


Mas felizmente, há quem chegou e conseguiu:







quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Eu imaginei, os chinocas fizeram:

Fosgasse! Lembro-me tão bem de comentar isso com a minha irmã nos "autobus" em Paris, o ideal era os autocarros passar por cima dos carros! Não tira mais faixa, e toda gente fica contente!

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

“Amor liquido” de Zygmunt Bauman

O sociólogo polonês Zygmunt Bauman é um dos intelectuais mais respeitados da atualidade. Aos 87 anos seus livros publicados venderam mais de 200 mil cópias. Um resultado e tanto para um teórico.
Entre eles “Amor liquido” é talvez o livro mais popular de Bauman no Brasil. É neste livro que o autor expõe sua análise de maneira mais simples e próxima do cotidiano, analisando as relações amorosas e algumas particularidades da “modernidade liquida”. Vivemos tempos líquidos, nada é feito para durar, tampouco sólido. Os relacionamentos escorrem das nossas mãos por entre os dedos feito água.

É um mundo de incertezas. E cada um por si. Temos relacionamentos instáveis, pois as relações humanas estão cada vez mais flexíveis. Acostumados com o mundo virtual, e com a facilidade de se “desconectar” as pessoas não conseguem manter um relacionamento de longo prazo.
É um amor criado pela sociedade atual (modernidade líquida) para tirar-lhes a responsabilidade de relacionamentos sérios e duradouros.

Pessoas estão sendo tratadas como bens de consumo, caso haja defeito, descarta-se ou até mesmo troca-se por versões mais atualizadas.

O romantismo do amor parece estar fora de moda. O amor de verdade foi banalizado, diminuído a vários tipos de experiências vividas pelas pessoas, na qual se referem a estas utilizando a palavra amor. Noites descompromissadas de sexo são chamadas “fazer amor”. Não existem mais responsabilidades de estar amando, a palavra amor é usada mesmo quando as pessoas nem sabem direito seu real significado.

Ainda para tentar explicar a relações amorosas 
em “Amor Líquido”, Zygmunt Bauman fala da “ Afinidade e Parentesco.” O parentesco seria o laço irredutível e inquebrável é aquilo que não nos dá escolha

A afinidade é, ao contrário do parentesco, voluntária. A afinidade é escolhida. Porém, e isso é importante, o objetivo da afinidade é ser como o parentesco.
Entretanto, vivendo em uma sociedade de total “descartabilidade” até as afinidades estão se tornando raras.

Bauman fala também sobre o amor próprio. Afirma que as pessoas precisam se sentir amadas, ouvidas, amparadas ou que sintam sua falta. Segundo ele ser digno de amor é algo que só o outro pode nos classificar, o que fazemos é aceitar essa classificação.
Mas com tantas incertezas, relações sem forma, líquidas, na qual o amor nos é negado como teremos amor próprio?
Os amores e as relações humanas de hoje são todos muito instáveis. E assim não temos certeza do que esperar. Relacionar-se é caminhar na neblina, sem a certeza de nada. É uma descrição poética da situação.

"Para ser feliz há dois valores essenciais que são absolutamente indispensáveis [...] um é segurança e o outro é liberdade, você não consegue ser feliz e ter uma vida digna na ausência de um deles. Segurança sem liberdade é escravidão. Liberdade sem segurança é um completo caos. Você precisa dos dois. [...] Cada vez que você tem mais segurança você entrega um pouco da sua liberdade. Cada vez que você tem mais liberdade você entrega parte da segurança. Então, você ganha algo e você perde algo". Bauman


em recortes por  em 09 de nov de 2013 às 23:05

Estamos cada vez mais aparelhados com iPhones, tablets, notebooks, tudo para disfarçar o antigo medo da solidão. O contato via rede social tomou o lugar de boa parte das pessoas, cuja marca principal é a ausência de comprometimento. Este texto tem como base a ideia de líquido, característica presente nas relações humanas atuais, inspirado na obra "Amor Líquido" - sobre a fragilidade dos laços humanos, de Zigmunt Bauman. As relações se misturam e condensam com laços momentâneos, frágeis e volúveis. Em um mundo cada vez mais dinâmico, fluido e veloz, seja real ou virtual.

Depois da Pink é a vez da Lilly Allen gozar com as meninas que se portam mal...


Ricardo Marques, like like!

A descobrir aqui.

Gajas inteligentes! Não é para todos.

Eu era capaz. Mas não deixava os meus fazer.

Diogo foi dar uma volta à Europa com 31 euros no bolso.

Parece me que ia adorar assistir a isto:

(IR)REALIDADES: Ciclo de Cinema sobre Doença Mental



I Don't like that.


Vómitos desta medida. Que nojo.

Ministério dá 19,4 milhões de euros a famílias que querem filhos em colégios privados


Eu não pago impostos para isso, pago imposto para ter educação pública, dita obrigatória, com condições de igualdade, de direito e de obrigação do estado para com o seu povo. Tenho vergonha de ler estas coisas, Sinto um incomodo tão grande que não percebo qual é esta passividade tão portuguesa, enquanto medidas mais estúpidas umas a seguir as outras aparecem aprovadas. 

Uma escola em Pombal, sem professor de física-química há 2 meses, uma matéria tão difícil, e não há resolução imediata? Está previsto o problema ser resolvido até dia 15 de Novembro. Um mês antes do fim do primeiro período. Sem matéria dada. Sem um único teste feito. Sem avaliação. Sem professor. Sem escola.... Sem aulas de substituição, os alunos vão passear onde podem. Sim onde podem, porque  não havendo lugares nas salas de informática, não estão lá bem, não podem estar e levam falta. 


É um sistema bonito, sim, a Educação nacional. 

OMG! Tabela cai por cima de jogador dos Harlem Globetrotters



William "Bull" Bullard sofreu um acidente assustador durante um jogo de exibição nas Honduras e com muita sorte acaba sem lesões graves.

Natal a porta e aleluia primeiros passos para a verdadeira mistura dos géneros:

Queixa-se?

Não vale a pena! É a maneira de encarar as coisas que conta! Ora, ora, espreitai aí, que ele há coisas que só mesmo levando a vida do bom lado:

Os trabalhos mais estranhos (em imagens)



Antes de ter um, era a primeira a dizer eu não quero nada disto. Agora não quero mais nada.


Nem sempre é cor de rosa na minha IKEA mas isto é para destacar.

Em tragédias como a que atingiu as Filipinas, na passada sexta-feira, as crianças são o grupo mais vulnerável e é necessário providenciar bens essenciais, como água e alimentos, muito rapidamente.
Por esta razão, IKEA Foundation acaba de doar àUNICEF 2 milhões € para ajudar as crianças afetadas pelo furacão Haiyan.

Com o apoio da IKEA Foundation vai ser possível a UNICEF enviar de imediato 2 aviões com carregamentos de bens de emergência como kits médicos, comprimidos para purificação de água, lonas de proteção, suplementos alimentares, sabonetes – os produtos mais necessários na fase inicial de uma tragédia como esta. Este apoio irá chegar a centenas de famílias nos próximos dias.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Dilema do "toda gente sabe menos eu".

Não percebo porque é que o "cornudo" é sempre o último a saber?

Há quem diga que é porque é burro.
Há quem diga que porque também o faz. 
Há quem diga que porque não quer saber. 
Há quem diga que é porque gosta. 
Há quem diga que é porque cá se fazem cá se pagam. 
Há quem diga que é porque não se ama. 
Há quem diga que é porque dá jeito. 

Eu cá digo que há responsáveis que assumidamente se envolvem para matar a infelicidade e a frustração. Que não há nenhuma peixeirada que tapa a boca e o medo e o que é o mais óbvio. E que só acontece porque todos os intervenientes o permitem. E que é vingança da falta de coragem de assumir um compromisso, tanto do que é do que poderia ser. 
Eu cá digo, toda a verdade se sabe, mais tarde ou mais cedo, e que é o mais libertador de consciência que existe. A verdade deixa dormir sossegado quem acompanha. 


sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Marriage isn't for you


Marriage Isn’t For You

Kim and I
Kim and I
Having been married only a year and a half, I’ve recently come to the conclusion that marriage isn’t for me.
Now before you start making assumptions, keep reading.
I met my wife in high school when we were 15 years old. We were friends for ten years until…until we decided no longer wanted to be just friends. :) I strongly recommend that best friends fall in love. Good times will be had by all.
Nevertheless, falling in love with my best friend did not prevent me from having certain fears and anxieties about getting married. The nearer Kim and I approached the decision to marry, the more I was filled with a paralyzing fear. Was I ready? Was I making the right choice? Was Kim the right person to marry? Would she make me happy?
Then, one fateful night, I shared these thoughts and concerns with my dad.
Perhaps each of us have moments in our lives when it feels like time slows down or the air becomes still and everything around us seems to draw in, marking that moment as one we will never forget.
My dad giving his response to my concerns was such a moment for me. With a knowing smile he said, “Seth, you’re being totally selfish. So I’m going to make this really simple: marriage isn’t for you. You don’t marry to make yourself happy, you marry to make someone else happy. More than that, your marriage isn’t for yourself, you’re marrying for a family. Not just for the in-laws and all of that nonsense, but for your future children. Who do you want to help you raise them? Who do you want to influence them? Marriage isn’t for you. It’s not about you. Marriage is about the person you married.”
It was in that very moment that I knew that Kim was the right person to marry. I realized that I wanted to make her happy; to seeher smile every day, to make herlaugh every day. I wanted to be a part of her family, and my family wanted her to be a part of ours. And thinking back on all the times I had seen her play with my nieces, I knew that she was the one with whom I wanted to build our own family.
My father’s advice was both shocking and revelatory. It went against the grain of today’s “Walmart philosophy”, which is if it doesn’t make you happy, you can take it back and get a new one.
No, a true marriage (and true love) is never about you. It’s about the person you love—their wants, their needs, their hopes, and their dreams. Selfishness demands, “What’s in it for me?”, while Love asks, “What can I give?”
Some time ago, my wife showed me what it means to love selflessly. For many months, my heart had been hardening with a mixture of fear and resentment. Then, after the pressure had built up to where neither of us could stand it, emotions erupted. I was callous. I was selfish.
But instead of matching my selfishness, Kim did something beyond wonderful—she showed an outpouring of love. Laying aside all of the pain and aguish I had caused her, she lovingly took me in her arms and soothed my soul.
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Marriage is about family.
I realized that I had forgotten my dad’s advice. While Kim’s side of the marriage had been to love me,my side of the marriage had become all about me. This awful realization brought me to tears, and I promised my wife that I would try to be better.
To all who are reading this article—married, almost married, single, or even the sworn bachelor or bachelorette—I want you to know that marriage isn’t for you. No true relationship of love is for you. Love is about the person you love.
And, paradoxically, the more you truly love that person, the more love you receive. And not just from your significant other, but from their friends and their family and thousands of others you never would have met had your love remained self-centered.
Truly, love and marriage isn’t for you. It’s for others.
This post originally appeared onForwardWalking.com, a website dedicated to helping people move forward in life.