terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Eros 2013

Maravilhosa vista do meu amigo Serge Bloch:

Hehe! Muito bom!

Logíca.

-Ó avô! Porque é que só se fala do Papa?
-Porque ele está a ir embora.
-Porque é que isto é importante?
-Porque é a pessoa mais importante da igreja.
-A igreja é onde vais sempre?
-Sim, à missa!
-E porque é que vais sempre à missa?
-Porque é assim! Respeitinho e mais nada! É assim, sempre foi assim e mais nada!
-Mas porque é que tenho que respeitar um sitio onde as pessoas vão e continuam a ser más, onde te pedem dinheiro, onde fazem mal às crianças e não ajudam os meninos que morrem de fome?

Love. Dad and Sis.

O Silêncio fala.

Por vezes, a vida é injusta. Caí-nos em cima. Somos atacados por razões erradas, motivos alheios ao propositado. Sem argumento nenhum, sem razão óbvia, sem facto sensato para o ataque. Sem justo motivo. E temos tudo contra nós. Contra nós quer dizer o que não se vê. Escolhemos a postura de ser digno do que somos hoje e de tudo o que fez até agora por o ser. E não queremos responder com  a mesma defesa, lavar roupa suja em público, contra-atacar com golpes baixos, mexer na ferida. Mas só numa perspectiva de esperar que o mau volta à razão, que as motivações rancorosas iluminam-se de purificação, para serem retribuídos aos seus verdadeiros valores. E tentamos ainda o dialogo, o bom senso. E no fundo de nós, temos que encontrar sangue frio. Para proteger da dor. A muralha do sofrimento. A barreira infinita do inatingível. Enterramos as emoções todas, tão profundamente e de tal maneira que lidamos com a revolta, a insensibilidade, a frieza, o vazio. E depois de tempo lentamente passado, minutos, horas, dias, noites, meses decorridos, chega o veredicto. Temos razão. Tivemos razão este tempo todo. O ataque foi injustificado, injusto, infundado. E ainda com agravante de mais do que pedimos. Alias não tínhamos pedido nada. Mas a justiça foi justa até onde podíamos ter pedido e denunciado e não o fizemos. E agora? Nada.Queremos sentir. Mas nada. Toda a gente a nossa volta sente por nós. Ri-se, festeja mas aqui dentro não se passa nada. Nada. Onde estão o alivio, a alegria, a vitória, a vingança, a paz e a justiça? Não fazemos ideias. Tentamos chorar. Choramos. Mas mais pela percepção do nada que pelo peso tirado dos ombros. A luta foi limpa e nobre. O deliberado também.

O Sábio.

Um dia, na Cabília, um velho muito velho sentado a frente de uma casa também velha de pedras, na terra, olhava com insistência para uma menina de quase cinco anos que estava a passear com os pais, como se estivesse a lê-la. Chamou-a, com um sinal da mão. Os pais deixaram a miúda ir. Colocou-lhe a mão em cima da cabeça e disse-lhe coisas imperceptíveis, falava a língua cabila. O pai da criança começou a traduzir em voz alta, para a mãe perceber: "Tu és uma criança da lua. Tu foste tão abençoada como amaldiçoada. E as tuas provas serão sempre à altura das tuas capacidades. Os resultados e consequências das tuas escolhas serão sempre à tua custa. Tu foste escolhida. És uma criança da lua. Tu tens um poder e uma protecção divino. Tu tens muita força contra o mal. Serás sempre safa pela tua inteligência. O teu passagem na terra é uma missão. És uma criança da lua.O teu caminho..." Brutalmente, a mãe tirou a miúda de frente e levou-a ao colo quase a correr, a fugir, insultando o senhor de maluco, de doido e de velho tarado.






segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Eis um maravilhoso exemplo: resignar-se - demitir-se.

Seja por qualquer motivo, saúde, incompetência, pessoal etc... Não é vergonha nenhuma mas sim acto de coragem. E é preciso. Vá, será talvez uma desculpa para fazer uma vénia. Vá, uma pequena. Vá, um movimento de cabeça. Vá, uma palmadinha nas costas. Só para ajudar a sair. 

For who likes fashion

A mesma vista há 30 anos do 8º andar...

 Paris, 19ème @kabg 12-12

E nova cena...


Depois de KArl Lagerfield, Sonia Rykiel e Jean Paul Gaultier, é o Marc Jacobs que vestem as latas e garrafas de coca-cola light para os 30 anos da marca. O que não percebi é que ele esqueceu de se vestir...


A cada obstáculo, um passo melhor.

Na "minha" rua, hoje.

Ora... Ora... Ora... Cada história tem sempre várias interpretações.

Mediante as personalidades e cada um, titúlo à escolha:

METEM-SE NA VOSSA VIDA.

MANDARAM-NOS BRINCAR ENQUANTO ESTÃO A BEBER CAFÉ.

O AMOR NÃO ESCOLHA RAÇA, IDADE NEM TAMANHOS.

PORNOGRAFIA CANINA

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Intuição.

"Intuição é quando o seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido."
Adriana Falcão

Ela é ela.

-Peço te desculpa mas é ela. A mãe dos meus filhos e o meu problema não foi com ela mas sim comigo. Deixei-a a pensar que era a nossa relação que não ia bem. Mas era eu.
-Só podes estar a gozar comigo.
-Não, não estou. Eu é que não soube lidar comigo e com a minha revolta. Mas escolhi-a. Depois de não a querer, ela provou-me o contrário com delicadeza. As mulheres são sempre mais perspicazes que os homens. E baralhei-me. E baralhei-te. Gosto muito de ti. Não te quero magoar. Não era a minha intenção. És a mulher mais maravilhosa que conheço. 
-Só te vou mandar bem educadamente para a mulher que te pariu. Se tinhas problemas contigo próprio, só tinhas que os resolver contigo. Não me vir buscar. Não me conquistar. Não me iludir. Não acreditar. Não me fazer acreditar. Não me impressionar. Não se usa as pessoas. Não se utiliza as pessoas. Não se brinca com as pessoas. Não se aproveita das pessoas. Não vales o que pareces. E sim, é ela. Acho que sim. Que se merecem. Mesma cultura, mesma educação, mesmo nível social, mesma origem, mesma naturalidade, mesmo nível etário aparente, mesmos gostos, mesmas profissões, mesmo bairro, mesmos amigos, mesmos critérios geográficos, mesmos princípios de base, mesmos filhos, quem é parecido se junta... Sejam felizes. Mas não tornem os outros infelizes para encontrar a vossa felicidade. Ah! E obrigada, agradeço a tua sinceridade e coragem por ser honesto. 

Verdade ou consequência?

A verdade é que o atrevido jogo é intemporal e internacional e dixit corda de saltar ou bola ou pião, ainda cá está, persistente. Fico boquiaberta perante a surpreendante força de caracter das minhas filhas, ao menos uma delas e a outra siga, que se recusam a jogar a tal "estúpido jogo".
-Ó mãe! Nem imagines, nunca mais fico na escola para esta treta.
-Então?
-Jogaram ao verdade ou consequência. (Desmaiei. Mas ninguém viu. Self-controlo com sorriso na cara.)
-Ah é? Como assim?
-Este jogo é parvo (sim sei filha por experiência pessoal, mas pensei que para já, já não existia, e que só se jogava lá no meu colégio em Paris).
-Ah sim? Mas porquê? Não jogaste?
-Claro que não! (uffah! Respiro! Good girl) Estão fartos de se apalpar, são mesmos porcos! (sim sei filha, normalíssimo)
-Ah sério? Que horror! Assim sem mais nem menos na escola?
-Tu nem imagines! (imagino, imagino, filha, melhor, lembro-me...)
-Pois é melhor não. Mas porque é que não jogas? ( isto não é normal, uma adolescente capaz de dizer não, sem medo de ser dissociado do grupo? De não ser aceite? Hum...)
-Nem pensar, são todos e todas estúpidos e porcos. (sim filha normalíssimo mas... Tu não?)
-Ah ok!
Enquanto as minis mulheres não se misturam, passados uns dias, o único rapaz e o mais novo aproveitou a cena em toda a sua esplendor masculina.
-Ó mãe! A festa da minha amiga correu bem. Ela convidou também a minha namorada e foi fixe.
-Que bom! Aproveitaste e divertiste, que agradável! (vá chiba, chiba estás desertinho!)
-Sim, foi mesmo fixe, jogamos ao verdade ou consequência. (Já? Não há idade mínima para consumir este jogo? Tu és o filhinho da mamã caraças!)
-Aaah... Então mandaram-te beijar a tua querida.
-Hihi, sim.
-Aonde? Na boca?
-Hihi, sim. E gostei. Hihi.
(medo)...

Dancing...

@kabg 02-13

Perfeito.

"Só se tem medo quando não se está de acordo consigo mesmo."
Herman Hesse

Heyaaaaaaaaaaaaa!

E de repente às 3h30 da manhã, tanta gente por aqui...

@kabg12-12

Jace Everett - Bad Things

Não falo da série em si mas este intro/video/clipe/générique ou sei lá como se chama é brutal.

Típico. E nacional.

Nunca na minha vida, ouvi tantas histórias de cornos. E põe, e mete, e levou... Não sei o que é isto. Meter? Pôr? Levar? Chifres? Na cabeça? Que cena. Não percebo de onde veio a expressão. Nem que horrível associação de palavras é esta. Além de apêndices nalguns animais... Animais? Talvez seria disto então. Ou então seria talvez uma deformação de Cornes, freguesia portuguesa do concelho de Vila Nova de Cerveira. 

Digo. Digo quando meteu a prova a minha inteligência.

"Não digas de nenhum sentimento que é pequeno ou indigno. Não vivemos de outra coisa que dos nossos pobres, formosos e magníficos sentimentos, e contra cada um que cometermos uma injustiça é uma estrela que apagamos."
Herman Hesse

Insegurança

"Sem amor por si mesmo, o amor pelos outros também não é possível. O ódio por si mesmo é exactamente idêntico ao flagrante egoísmo e, no final, conduz ao mesmo isolamento cruel e ao mesmo desespero."
Herman Hesse

Ooooh... Uma chapadona sabe tão bem.

Chandeleur

Ya de la crêpe!

Para as pessoas que me vêm chorar à porta:

O que estava a ler numa "brasíu" escorpiona cena:

"Uma interessante alternativa para esta fase é: observe o sofrimento alheio e veja como seus problemas lhe parecerão menores. É muito, muito provável que surja alguém passando por um momento difícil, e a pessoa se sentirá atraída por si. É como se ela captasse instintivamente que pode ajudá-la, e acredite: pode! Uma das melhores maneiras de não deixar que os problemas pessoais nos engulam é dar um pouco de atenção aos alheios. Afinal, existe tanta gente sofrendo muito mais do que nós, e por motivos muito mais sérios..."

Isso (o post) quero dizer (a minha leitura) ora fazem! Não venham ter comigo... LOoooOL!

Agricultura citadina

Coisa boa ;-)

Big LOL!

Ora que bom de rir. Não do que se diz mas da boca de quem o diz.

War

Ás armas!




Ups! Bad shot...



Profissional.

-Pare de me olhar assim! Nunca discute com o seu namorado?
-Não tenho namorado. Recomendo-lho. É prático.

Frase

"Se ganhares, não digas nada.
Se perderes, diz ainda menos."
Paul Brown.

As ações têm consequências.

-E agora?
-Bem, vamos separar-nos. Posso continuar a ir para sul. Tu ficavas bem aqui.
-Sim. Tens razão. É melhor não continuarmos juntas. Sabes o que não percebo? Como é que isto foi tão fácil para ti.
-Como assim? Tivemos de matar cinco pessoas. Só tínhamos falado em duas.
-Não é disso que estou a falar. Não te incomoda que nada disto tenha afastado a dor?
-Nunca pensei que o fizesse.
-Então, porque o fizemos?
-Porque alguém tem de pagar, está bem? Não me interessa o que dizem. As ações têm consequências. Talvez não num julgamento, talvez não numa prisão. Vá lá! Admite. Isto deu-te uma razão para viver.
-Era isso que esperava. Mas só me fez sentir mais... Mais nada.
-Então és uma mariquinhas.
-Vou buscar qualquer coisa fresca para bebermos.
-Espera. Eu insulto-te e tu importas-te se estou com sede? Tens de começar a pensar em ti própria, querida. O jogo é assim.

Experiência

-Parece a minha arrecadação. O meu marido tem tanta porcaria, que não tem piada nenhuma.
-É difícil manter um relacionamento com alguém que está no estrangeiro?
-Fazemos com que resulte.
-Trabalhar para os Médicos sem fronteiras é uma causa muito nobre. Mas imagino que já tenham um romance epistolar.
-Ficamo-nos pelo Skype. É moderno. Quando estamos juntos, parece que estamos a namorar. E, quando não estamos, faço outras coisas.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Detesto.

Acordo, 6h30. Para já, é super bué tipo de muito mega cedo. Deitei-me tarde. Com copitos e tal. Estou irritada de acordar a esta hora um sábado que por uma vez não trabalho e podia estar a dormir e descansar da semana toda. Depois, viro-me para dormir, quando toca no silencio religioso da ainda noite da cidade, a sirene dos bombeiros, 3 vezes, mas parece sem fim. E nada. Não se houve mais nada. Não se sabe mais nada. Não se vê mais nada. Imagina-se tudo, claro, até que o facto de ter acordado antes de tocar é um sinal premonitório de aviso do acontecimento. Qual acontecimento? Vamos lá fazer filme, sofrer por antecipação, e imaginar do pior, só naquela. É portanto impossível voltar a namorar com o sono quando Já estamos a discutir com a "dordecabeça". E ainda não são sete da manhã.

Escorpionas a volta do instagram...

foto by Gabiela Silva

Neighbours. No community.


Conversa de café.

-É uma bandalheira do caralho, é o que digo.
-Ahahahaha! Podes crer!
-Olha, olha para aquilo, é tudo uma festa, a administração local, regional, nacional, é tudo uma festa em nome do poder! Mas se tiveres cartão do partido até te safa!
-Tal e qual! Olha que já percebi que se chupasse pilas e tivesse cartão do partido, também tinha emprego bom, bem remunerado e sem preocupações, entende-se!
-E duvidas? Esta cena :
, tem um power do caralhão! Tu nem imaginas...
-Ahahahahaha! Opções! E consequências...




dá-(s)se.

foto @John Kolesidis (REUTERS)

Não sei em que contexto foram tiradas as fotos (aqui), não sei qual é a história, só sei que dá-me voltas ao estômago de revolta ver lutar a espécie humana para agarrar um saco de laranjas. 

EU SOU A MARISA | Acolhimento de Crianças | MUNDOS DE VIDA

AAAAAAAAAAAAAAAAAh.

Close yours eyes, ears and mouth.


Hehe!


Normal. I was raised there.



quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Agrada-me a vista...

Foto de João Pinto, cordialmente emprestada :)

Não custa nada mas... aguenta aguenta!

Merece mesmo destaque:


U omãi qe dava pulus (i põtapés na gueramática) 


Quase todos os políticos que nos governam hoje falam mal português. Veja-se o caso de Angela Merkel

"Ser visto e ser ouvisto pelos portugueses é também uma razão de justificar o investimento" -  Miguel Relvas 

A gente somos um país muita curioso. Houveram eleições e, com base no que tínhamos visto e ouvisto na campanha eleitoral, votámos maioritariamente nos partidos que assinaram com a troika um acordo, digamos, difícil de cumprir. Mas hádem dizer-me quantos são, mesmo entre os que votaram no seu partido, aqueles que admiram, respeitam ou sequer toleram o trabalho e a figura de Miguel Relvas. O ministro não parece ser muito popular, derivado do seu envolvimento em alguns escândalos como, por exemplo, o da licenciatura. Mas nem por isso deslarga o poder. Entrou para dentro do Governo, há dois anos atrás, e ninguém o tira de lá. Para fora. 
Prontos, mas as pessoas não são só defeitos. E Miguel Relvas tem o grande mérito de constituir um exemplo, parece-me a mim. Muitos desempregados não conseguem arranjar emprego por causa que têm habilitações a mais. Miguel Relvas obteve o seu com emprego mesmo tendo claramente habilitações a menos. Apontou para baixo e foi bem sucedido. Estabeleceu um objectivo mais modesto e atingiu-o. E ainda o acusam de ser muito ambicioso...
Os cortes no Estado social não são uma necessidade de poupança, são uma estratégia de futuro. Relvas deseja que o Governo faça cortes na educação porque ele próprio cortou na sua e venceu. Conhece, por experiência própria, as vantagens de desinvestir na educação. É um exemplo de sucesso de deformação profissional. Como cidadões, temos muito a aprender com ele. Ou a desaprender, já não sei.
Soares fala mal francês, Sócrates falava mal inglês e espanhol, e Relvas fala mal português. Quase todos os políticos que nos governam hoje falam mal português, aliás. Veja-se o caso de Angela Merkel. Saberá dizer duas, três palavras no máximo. Os nossos dirigentes sempre tiveram um problema com as línguas. E, tendo em conta o estado em que o país se encontra, também não parecem ser melhores nos números. Talvez tenham sido daqueles alunos que só eram bons em educação física.

Ricardo Araújo Pereira

Quinta feira, 7 de Fevereiro de 2013 na "VISÃO"


Parabéns Marie Juliette!



Rei é rei, por vezes.

Com todo o meu coração, toda a minha alma.


Eu estou tão aí.

E se...

Se me conhecesses minimamente, sabias...
Se me conhecesses minimamente, sentias...
Se me conhecesses minimamente, cumprias...
Se me conhecesses minimamente, dizias...
Se me conhecesses minimamente, entendias...
Se me conhecesses minimamente, possuías...
Se me conhecesses minimamente, crescias...
Se me conhecesses minimamente, respondias...
Se me conhecesses minimamente, fazias...
Se me conhecesses minimamente, ardias...
Se me conhecesses minimamente, percebias...
Se me conhecesses minimamente, podias...
Se me conhecesses minimamente, falecerias...
Se me conhecesses minimamente, corrias...
Se me conhecesses minimamente, aprendias...
Se me conhecesses minimamente, rendias...
Se me conhecesses minimamente, devias...
Se me conhecesses minimamente, aparecias...
Se me conhecesses minimamente, permanecias...
Se me conhecesses minimamente, temias...
Se me conhecesses minimamente, oferecias...
Se me conhecesses minimamente, escrevias...
Se me conhecesses minimamente, vencias...
Se me conhecesses minimamente, creias...
Se me conhecesses minimamente, recebias...
Se me conhecesses minimamente, descobrias...
Se me conhecesses minimamente, tremias...
Se me conhecesses minimamente, pedias...
Se me conhecesses minimamente, estabelecias...
Se me conhecesses minimamente, aprazias...
Se me conhecesses minimamente, prendias...
Se me conhecesses minimamente, merecias...
Se me conhecesses minimamente, sabias...

 Paris, Décembre 2012 @kabg





Miss Cat e Rapaz Cão



Uma voz, uma personalidade, uma grande e única, a Miss Cat.
Um autodidacta, um mistério, uma surpresa e multi faceta, o Rapaz cão.  


Aqui para os ouvidos

:( Democracia?


I love ads but for "valentine's day", I have a perfect ONE!


Rue du Mont Cenis, Paris. @kabg 12-12


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

FELIZ COM OS MEUS AMIGOS:

O Leonel disse: 
"-É com orgulho que finalmente alcanço o que sempre desejei, ver a minha música num filme!!"


Aqui vai o trailer oficial da "Promessa Cega" da autoria de António Cova. 


Conheço muitos que seriam felizes...


Procuram-se jogadores profissionais de jogos de vídeo

Quando a empresa japonesa de eletrónica de consumo Nintendo procura pessoas para testar um novo jogo de vídeo que acaba de produzir, contacta a empresa alemã Fitarbeiten, em Frankfurt, na Alemanha, que por sua vez recorre à EURES para encontrar candidatos adequados. 

«Conheci Stefanie Vollhardt, chefe do departamento de recursos humanos da Fitarbeiten, numa feira de emprego em Frankfurt, em 2009. Disse-me que procurava falantes de Inglês para testar jogos de vídeo, pelo que decidimos criar um plano de projeto para encontrar candidatos», refere Joe Bennett, Conselheiro EURES no Reino Unido. 
A Fitarbeiten trataria das questões relacionadas com a segurança social e questões jurídicas, enquanto a EURES do Reino Unido se ocuparia de encontrar os candidatos adequados. A empresa estava à procura de falantes nativos de Inglês para ajudarem a testar novos jogos de vídeo, detetando falhas de software enquanto jogam. Naturalmente, o facto de os eventuais candidatos gostarem de jogar jogos de vídeo constitui uma vantagem adicional.
«Há já oito anos que recrutamos candidatos em toda a Europa com a ajuda da EURES. Durante esse período, contratámos aproximadamente 600 funcionários, tendo encontrado cerca de 80 % dos quais com a ajuda da EURES. A estreita relação e cooperação com Joe começou há quatro anos”, afirma Sorina Ionescu, da Fitarbeiten.
Normalmente, quando é publicada uma oferta de emprego no portal EURES, a EURES do Reino Unido encaminha-a para todos os gabinetes dos Serviços Públicos de Emprego (SPE) do Reino Unido. A Fitarbeiten participou ainda em três jornadas do emprego em Birmingham, Cardiff e Newcastle, para procurar candidatos adequados.
«Este ano, publicámos a oferta na conta do Twitter “UK Jobcentre plus”, para lhe dar ainda mais visibilidade, o que teve uma excelente recetividade e permitiu oferecer muito rapidamente dois contratos de curto prazo a dois candidatos», explica Joe. «E também é bom saber que estamos a trabalhar com um parceiro como a Fitarbeiten, que se preocupa com os candidatos».
O recrutamento é feito consoante as necessidades, e não numa base anual, mas as ofertas de emprego têm gerado uma enorme popularidade sempre que são publicadas. O conhecimento da língua alemã não é um requisito, mas constitui uma vantagem.
«Ao longo dos últimos quatro anos, a dedicação e o profissionalismo dos Conselheiros EURES têm ajudado a Fitarbeiten a encontrar emprego no estrangeiro para muitos jovens profissionais. Na Fitarbeiten pretendemos continuar a reforçar esta colaboração de sucesso nos próximos anos», conclui Sorina. 

Informações adicionais:
Procure emprego na base de dados de emprego EURES
Visite o sítio Web da Fitarbeiten (Inglês e Alemão)
Siga o Jobcentre Plus no Twitter
Procure uma Jornada do Emprego no Calendário de eventos EURES
Encontre um Conselheiro EURES
Informe-se sobre o que a EURES oferece aos empregadores

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Espondilolistese

O que uma mãe aprende! Vocabulário novo, comum a qualquer cirurgião ortopédico. Já estou no Anatomia de Grey, mas ao vivo, embora o cirurgião não é nada Jesse William, mas sim de confiança e experiente, o mais importante. (Alias, fora de contexto, tem uma certa graça, uma criança tuga-franco-argelina atendida por um cirurgião chinoca num hospital público em Portugal... Benetton style, hehe!) Conversa de adultos, com o miúdo ao lado, sem perceber nada, mas com o protagonismo todo, já que o colete durante dois anos não serviu de nada além de ele ganhar muito peso, colocar umas bandas elásticas rígidas a volta das vértebras em questão,  heyaaaa,  já estava a ver-me, bata branca, a abrir, reparar o corpo, com o vicio de cortar e de operar! SToooOoooP! Ele não se queixa, não tem impedimentos nem reservas de qualidade de vida de homenzinho, portanto não vamos brincar a abrir um corpo cheio de vida, para já. 



Frase de hoje: (só se se respeita a palavra)


Pela palavra os seres se entenderam e por ela o conceito de cada um vai sendo formado; a palavra representa nada menos que a dignidade humana.

Também acho.


Marcos André, , Jornal Destak,17-01-2012. 

TRABALHAR-SE

Um antigo provérbio diz: 

"Se semeio urtigas, não posso colher rosas". 
É através das minhas acções que o mundo reage a mim. 
Elas plantam as sementes do meu futuro. 
Se tenho atitudes raivosas, obtenho respostas raivosas. 
Se desempenho acções pacíficas, os resultados são pacíficos. 
É através das acções que eu crio fortuna ou infortúnio. 
Deveríamos deixar que todas as nossas acções 
fossem para edificar ao invés de violentar."