O melhor é o que me diz a máquina telefónica: passe o dedo para ignorar. Ah não! O melhor foi uma delas, fundadora da alcunha big nose, dizer-me no carro: ainda bem que saímos a ti é que és linda! Quase tive um acidente, a miúda devia estar com febre alta de repente, declaração de amor subíta inesperada e valiosa por ser rara. As horas deste meu blog não estão certas. O tempo. Questão de tempo que os nossos sentidos e percepções são mestres em nos enganar. Albert Einstein disse: "Uma ilusão. A distinção entre passado, presente e futuro não passa de uma firme e persistente ilusão."
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
São parvas
Todos os dias, à mesma hora recebo um lembrete:
O melhor é o que me diz a máquina telefónica: passe o dedo para ignorar. Ah não! O melhor foi uma delas, fundadora da alcunha big nose, dizer-me no carro: ainda bem que saímos a ti é que és linda! Quase tive um acidente, a miúda devia estar com febre alta de repente, declaração de amor subíta inesperada e valiosa por ser rara.
O melhor é o que me diz a máquina telefónica: passe o dedo para ignorar. Ah não! O melhor foi uma delas, fundadora da alcunha big nose, dizer-me no carro: ainda bem que saímos a ti é que és linda! Quase tive um acidente, a miúda devia estar com febre alta de repente, declaração de amor subíta inesperada e valiosa por ser rara. I'm doing it right
-Filha1: -Mãe! Sabes que os nossos amigos têm medo de ti?
-Mãe: -Então?
-Filha2:-Pois é Big nose (alcunha), não é só do teu nariz, é de ti, metes medo, os rapazes disseram nos assim, vocês (filha1 + filha2) são as únicas miúdas do 9º ano da escola que até dá vontade de... Mas com a vossa mãe, nem pensar, no way!
Mãe:
-Mãe: -Então?
-Filha2:-Pois é Big nose (alcunha), não é só do teu nariz, é de ti, metes medo, os rapazes disseram nos assim, vocês (filha1 + filha2) são as únicas miúdas do 9º ano da escola que até dá vontade de... Mas com a vossa mãe, nem pensar, no way!
Mãe:
Futuro Portugal de bata branca científica.
Porque é que acrescentaram a palavra ciência a seguir a palavra educação na denominação do ministério?
Para parecer mais sério? A ciência não faz parte da educação? Do ministério? É a parte? Atenção: os tugas são bué de científicos então para fazer contas na função pública são do melhor.
Vamos lá perceber e pesquisar:
-Do site do governo diz: "O Ministério da Educação e Ciência define, coordena, executa e avalia as políticas de educação, do ensino básico ao ensino superior, e da ciência. É também responsável pela qualificação e formação profissional."
Portanto não me adianta a nada. A ciência fica destacada.Depois leio: "
Para parecer mais sério? A ciência não faz parte da educação? Do ministério? É a parte? Atenção: os tugas são bué de científicos então para fazer contas na função pública são do melhor.
Vamos lá perceber e pesquisar:
-Do site do governo diz: "O Ministério da Educação e Ciência define, coordena, executa e avalia as políticas de educação, do ensino básico ao ensino superior, e da ciência. É também responsável pela qualificação e formação profissional."
Portanto não me adianta a nada. A ciência fica destacada.Depois leio: "
- Criar uma cultura de rigor e avaliação em todos os níveis de ensino
- Dar autonomia às escolas e liberdade aos pais para escolherem a que querem para os seus filhos
- Aumentar o sucesso escolar e a qualidade da educação
- Reorganizar a rede de instituições do ensino superior e a qualidade dos cursos
- Apostar na excelência para reforçar a ciência."
Portanto sou a encarregada de educação mais orgulhosa do mundo. Não tenho que me preocupar de nada. Os meus filhos e os de todos que estudam em Portugal vão ser uns reforçados na ciência. É verdade que os professores andam muito felizes com a profissão e as condições de trabalho. Ainda por cima, vivo em Portugal, o objectivo do governo não é de ter qualidade de vida nem de ser feliz na via escolhida além da ciência.
De resto eu, a nível local, é tudo ao contrário que tem acontecido, o meu filho foi separado das irmãs contra a minha vontade e escolha, nem sequer fui avisada. Portanto não tive liberdade de escolha. Ou melhor, tive mas não foi respeitada. Foi-me imposto o contrário da minha escolha. Sem aviso. Sem informação. Depois de ter manifestado o meu descontentamento, enviaram uma comunicação escrita que exigi alegando não viver numa dictadura, não vai a franco-argelina enervar-se muito e fazer muito barulho. A questão neste meu exemplo, nem sequer foi a escola, boa ou má, foi o procedimento. Já tinha passado por experiência similar dois anos antes e foi exposta a situação, explicando e aos pais de decidir perante as possibilidades. Aí foi tudo mentido, desmentido e acontecido sem sabermos, nós, os adultos e eles, os alunos.
Por fim, a explicação da palavra:" A Ciência é uma área onde o país tem dado provas claras de competitividade internacional. A tecnologia é hoje essencialmente de origem científica, e a ciência fundamental é a base do desenvolvimento científico. O investimento criterioso na investigação e na formação de técnicos e cientistas de excelência são um pilar essencial do desenvolvimento nacional."
Fico aliviada, percebo então que as futuras gerações vão ser todas CSI, astronautas, médicos, investigadores e técnicos. Não vão saber escrever, expressar-se, comunicar, pensar, cantar ou ... É verdade, ainda não desistiram do novo acordo?
Estás afiliado?
O Governo pretende abrir uma rede de 206 Centros para a Qualificação e o Ensino Profissional (CQEP), substitutos dos 'Novas Oportunidades', de acordo com dados que constam de um relatório preliminar da Agência Nacional para a Qualificação (ANQEP).
Are you fucking kiddin me?
Os 6400 milhões de euros do empréstimo da troika reservados para a capitalização da banca e que ainda não foram usados podem acabar por vir a ajudar a financiar o Estado português na sua tentativa de regresso aos mercados.
Do empréstimo global de 78 mil milhões de euros acordado com a troika em Maio de 2011, 12 mil milhões ficaram reservados para o processo de recapitalização do sector bancário português. Essa verba, ficou então determinado, não podia ser usada para qualquer outro efeito que não o de reforçar a posição financeira da banca.
No entanto, com o aproximar do final do programa e com uma parte substancial dos 12 mil milhões de euros ainda por utilizar, Governo e troika, soube o PÚBLICO junto de fontes com conhecimento das negociações, estão já a discutir a possibilidade de o dinheiro em sobra poder vir a servir de reforço no financiamento do Estado português. Ou seja, o empréstimo da troika usado pelo Estado português passaria, na prática, a ser maior do que o esperado.
A decisão final ainda não está tomada, mas existe do lado do Governo confiança de que o desfecho possa ser positivo. Para já, um dos factores que está a adiar a decisão é o facto de o sistema bancário português, em conjunto com o dos outros países da zona euro, ainda ir ser sujeito a um teste de stress no final deste ano. Desse exame, como aconteceu no anterior, pode sair a conclusão de que algum banco precise de um reforço do seu capital. Nesse caso, parte da verba até agora reservada seria usada para o propósito para que foi inicialmente criada.
Para além disso, o destino dos 6400 milhões de euros depende também daquilo que acontecerá a Portugal no final do actual programa. Se houver necessidade de um segundo resgate, é natural que a verba em falta transite para o novo programa.
No entanto, se Portugal conseguir um acesso pleno aos mercados e precisar apenas de um programa cautelar, o dinheiro pode ajudar a reduzir a pressão sobre o tesouro português. De facto, com mais 6400 milhões de euros em carteira, o Estado português ficaria numa posição mais confortável na escolha dos momentos ideais para realizar as emissões de dívida que precise no mercado primário.
Aliás, como noticiado na semana passada pelo Diário de Notícias, a troika pretende que o Governo acumule uma verba próxima de 20 mil milhões de euros de depósitos até ao final do actual programa. Este valor, semelhante ao que a Irlanda dispõe actualmente nos seus cofres, serve para dar uma maior margem de manobra na estratégia de regresso pleno aos mercados.
Portugal, aliás, com o dinheiro da troika que tem vindo a receber e com as operações de emissão de dívida que conseguiu realizar nos primeiro meses deste ano, tem vindo a acumular depósitos de montante significativo (ver gráfico). O valor público mais recente nos dados do Banco de Portugal é relativo ao mês de Julho. Em Setembro, o Estado português teve de amortizar uma série de obrigações de tesouro, um facto que terá contribuído para esvaziar mais os cofres públicos.
Ainda assim, o objectivo passa por, como disse maria Luís Albuquerque na semana passada, realizar no início de 2014 - ou mesmo no fianl deste ano - novas emissões de dívida. O grande entrave é, claro, o actual nível das taxas de juro nos mercados secundários, ainda demasiado próximas de 7%.
Público hoje.
Toda gente não sabe menos eu!
Estava em desvantagem temporal de infos: vejo raramente canais da pobre televisão portuguesa e já não tenho facebook pessoal. Mas logo que me apanharam foi logo! Toma lá Pombal! A terra do fenomenal!
Pois pois, explico-me, a rapariga cá da terra, desconhecida por muitos, pela sua humildade e a sua reserva escondia tesouro. Volta então ao mesmo: as pessoas não conhecem aos vizinhos, não da pior cusca forma mas sim de não saber os talentos escondidos cá da terra. Tantos concursos passaram já pela terra do Marquês e nadinha. Até a minha colega, vizinha dela, disse que desconhecia, que ninguém se interessa por ela. Ora lá está a história do programa, a história de Cinderela, não de amor, que ela está bem amada pelo marido mas sim de talento desperdiçado, de verdadiras qualidades de humildade e de simplicidade. A verdadeira e simples história limitada das pessoas: a do patinho feio. Efeito de massa. Efeito de TV. Não procurar. Não se interessar, não saber, não perceber o outro. E perante o que não parece à imagem tão básica da comunicação social da sociedade moderna, temos uma voz. Umas emoções e uma história linda de uma trintona desconhecida, desempregada, mãe, esposa e que canta muitíssimo bem. Ora temos a bela história da semana, do mês, do programa, que mexeu, comoveu e rebentou as redes sociais. Parabéns SIC (hoje faz anos até)! Parabéns Patrícia Gameiro!
Good action! Good reaction! Run for good.
TSF decidiu aumentar contribuição para os bombeiros.
Os jornalistas são um bocado insensíveis à morte. Isto é bruto e frio e vazio de sentimentos, mas não há forma de dizer doutra maneira. As pessoas morrem, nós noticiamos. Faz parte do nosso trabalho. É essa a insensibilidade.
Neste verão, contudo, noticiámos mortes que fizeram silêncio nas redações. “Morreu mais um bombeiro”.
Silêncio.
Incredulidade. Fogo que pariu!
Foi num destes dias que liguei ao Rui Moreira da Silva. A custo. O que é que eu vou perguntar ao presidente da Associação Portuguesa dos Bombeiros Voluntários num dia como o de hoje? Isso não se faz.
O Rui (ainda hoje não nos conhecemos pessoalmente, mas ele vai com certeza permitir que o trate assim) estava com voz desgastada, seca, com palavras que já não eram choradas, eram atiradas em revolta. Mas ao mesmo tempo a voz dele era serena (se é possível haver serenidade nestes momentos) e lúcida. O Rui não queria prestar declarações e eu não insisti. Era o mínimo que podia fazer.
Nessa altura, andávamos em simultâneo a preparar a corrida da rádio e a conversa que tinha tido em off com o Rui ainda não me saía da cabeça. Sugeri que, a pretexto da corrida, pudéssemos tentar criar algum movimento solidário a favor dos bombeiros. Foi aí que surgiu a proposta de darmos 1€ por cada inscrição.
Quando liguei, alguns dias depois, ao presidente da Associação, expliquei-lhe: “Não sei quanto é que isto vai dar, não sei se vamos ter muita gente ou pouca gente (esperamos que muita), mas eu gostava que a TSF pudesse ajudar de alguma forma”.
O “obrigado” que ouvi do lado de lá da linha desenhou-me um sorriso na cara. Porque foi um obrigado mais generoso que a nossa oferta. Rui, obrigada por aquele obrigado. Mesmo.
Entretanto, fomos sensibilizados por outras pessoas para a necessidade de aumentar esse valor. 1€ é pouco, disseram-nos. É verdade. A TSF decidiu assim fazer um esforço e aumentar a contribuição para 1/3 do valor total das inscrições na corrida.
Continua a ser pouco. Seria sempre pouco. Mas acreditamos, ainda que com pouco, juntar alguns sorrisos e muitos “obrigado” como aquele que eu ouvi, com a convicção da generosidade.
Obrigada, Rui.
Obrigada a vocês.
Venham correr connosco no dia 26 de outubro.
Bárbara Baldaia, coordenadora do TSF Runners
(Nota: Ainda a propósito do valor a doar à Associação Portuguesa de Bombeiros Voluntários, e porque nos têm feito chegar muitas dúvidas sobre essa matéria, vale a pena esclarecer que a TSF não terá qualquer lucro com esta corrida, antes pelo contrário, os custos nela implicados são significativos)
Os jornalistas são um bocado insensíveis à morte. Isto é bruto e frio e vazio de sentimentos, mas não há forma de dizer doutra maneira. As pessoas morrem, nós noticiamos. Faz parte do nosso trabalho. É essa a insensibilidade.
Neste verão, contudo, noticiámos mortes que fizeram silêncio nas redações. “Morreu mais um bombeiro”.
Silêncio.
Incredulidade. Fogo que pariu!
Foi num destes dias que liguei ao Rui Moreira da Silva. A custo. O que é que eu vou perguntar ao presidente da Associação Portuguesa dos Bombeiros Voluntários num dia como o de hoje? Isso não se faz.
O Rui (ainda hoje não nos conhecemos pessoalmente, mas ele vai com certeza permitir que o trate assim) estava com voz desgastada, seca, com palavras que já não eram choradas, eram atiradas em revolta. Mas ao mesmo tempo a voz dele era serena (se é possível haver serenidade nestes momentos) e lúcida. O Rui não queria prestar declarações e eu não insisti. Era o mínimo que podia fazer.
Nessa altura, andávamos em simultâneo a preparar a corrida da rádio e a conversa que tinha tido em off com o Rui ainda não me saía da cabeça. Sugeri que, a pretexto da corrida, pudéssemos tentar criar algum movimento solidário a favor dos bombeiros. Foi aí que surgiu a proposta de darmos 1€ por cada inscrição.
Quando liguei, alguns dias depois, ao presidente da Associação, expliquei-lhe: “Não sei quanto é que isto vai dar, não sei se vamos ter muita gente ou pouca gente (esperamos que muita), mas eu gostava que a TSF pudesse ajudar de alguma forma”.
O “obrigado” que ouvi do lado de lá da linha desenhou-me um sorriso na cara. Porque foi um obrigado mais generoso que a nossa oferta. Rui, obrigada por aquele obrigado. Mesmo.
Entretanto, fomos sensibilizados por outras pessoas para a necessidade de aumentar esse valor. 1€ é pouco, disseram-nos. É verdade. A TSF decidiu assim fazer um esforço e aumentar a contribuição para 1/3 do valor total das inscrições na corrida.
Continua a ser pouco. Seria sempre pouco. Mas acreditamos, ainda que com pouco, juntar alguns sorrisos e muitos “obrigado” como aquele que eu ouvi, com a convicção da generosidade.
Obrigada, Rui.
Obrigada a vocês.
Venham correr connosco no dia 26 de outubro.
Bárbara Baldaia, coordenadora do TSF Runners
(Nota: Ainda a propósito do valor a doar à Associação Portuguesa de Bombeiros Voluntários, e porque nos têm feito chegar muitas dúvidas sobre essa matéria, vale a pena esclarecer que a TSF não terá qualquer lucro com esta corrida, antes pelo contrário, os custos nela implicados são significativos)
domingo, 6 de outubro de 2013
Sábado de manhã
Já não sei porquê nem como mas ouço a jornalista perguntar: "É uma marcha contra o aborto?" E a senhora convidada responder: "É uma manifestação para a vida, para a defesa do feto, etc... blabla..."
Tive que me sentar e raciocinar. Então a RTP 1, um sábado de manhã, convidou uma pessoa para divulgar um passeio que ia realizar-se amanhã? Fuck, faz convite público contra o aborto? Uma coisa é entrevistar depois e pedir explicação outra coisa é antes do evento como se incitasse a "boa gente" a participar para a boa coisa da causa. Quem dera ao povo fazer divulgação e convites para eventos culturais, pedagógicos e de informação. Sim de informação. Nem que seja de saúde, sobre a legislação, de tolerância e de solidariedade. Não de demagogia. Ah, e essas pessoas foram votar ao menos?
não é preciso ir até a China. Portugal mata a sua gente.
Pensões de sobrevivência com cortes a partir de Janeiro
Publicado hoje às 00:00
A medida foi assumida pelo Governo durante as 8ª e 9ª avaliações do programa de ajustamento, e faz parte do conjunto de poupanças, ou cortes, com que pretende compensar a não aplicação da chamada TSU dos pensionistas e os chumbos do Constitucional.
O corte previsto é de quase 4% no total da despesa com pensões de sobrevivência, prestação atribuída a viúvas e viúvos, com o objetivo de compensar a perda de rendimentos de trabalho resultante da morte do cônjuge, significando na maioria dos casos um pagamento de 60 ou 70% do valor da pensão.
O objetivo é poupar 100 milhões de euros. É esse o valor inscrito num documento a que a TSF teve acesso, um dos memorandos assinados com a Troika, revisto após a 8ª e 9ª avaliações, nas últimas semanas.
Fontes do Executivo, contactadas pela TSF, não avançam um patamar mínimo para estes cortes, mas confirmam que as pensões de sobrevivência vão passar a ser sujeitas a condição de recursos. Ou seja, o Estado vai fazer contas, somar a pensão de reforma à de sobrevivência, e definir um valor a partir do qual a segunda pensão será diminuída.
O sistema será automático, não exigindo qualquer esforço de comprovação de recursos (rendimentos ou património) dos pensionistas, como acontece na prova de condição de recursos exigida aos beneficiários do RSI. As mesmas fontes, oficiais, admitem que os cortes vão ser progressivos, atingindo sobretudo os beneficiários com pensões mais elevadas.
No fundo, o Governo compromete-se, para o OE2014, com uma poupança de 100 milhões de euros na despesa com pensões de sobrevivência. Cerca de 4% da despesa total com estas prestações sociais atribuídas a viúvas e viúvos - entre o regime geral da segurança social, e a caixa geral de aposentações - o Estado gasta cerca de 2700 milhões de euros com pensões de sobrevivência, a cada ano.
Ainda não é certo quantos pensionistas vão ser afectados, mas o universo é vasto. Há 700 mil beneficiários de pensões de sobrevivência no regime geral da Segurança Social, e 132 mil na Caixa Geral de Aposentações (CGA).
Neste universo, a grande concentração de pensionistas acontece nas prestações de valor mais baixo, até aos 500euro. Daí para a frente, no caso da CGA, encontramos 29 mil beneficiários com pensões entre os 500 e os 1000 euros; 8 mil entre os 1000 e os 1500 euros; e pouco mais de 2 mil acima dos 1500 euros. No regime geral da Segurança Social, o número de pensões elevadas é ainda mais reduzido, sendo o valor médio mensal da pensão de sobrevivência 178 euros (Dados CGA/SS/MF, consultados na Pordata, e referentes a 2012).
Olhando para estes números, para o valor global da despesa e para o corte previsto, há um dado seguro. Os cortes vão ser retroactivos, atingindo pensões em pagamento, e não apenas as novas pensões. Só assim será possível atingir o nível de poupança assumido pelo governo - 100 milhões de euros.
No caso dos beneficiários da CGA, a introdução da condição de recursos poderá vir a resultar numa dupla penalização a partir de Janeiro, já que as pensões de sobrevivência acima dos 419 euros já tinham previsto um corte devido à convergência entre o regime geral da Segurança Social e a Caixa Geral de Aposentações.
Paulo Tavares
Noticia TSF HOJE.
Funny?
A falar de series, acabei de ver "califonication" classificado em "comedy". Bad classification. It's a drama. Man's drama.
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Fantástico:

Os contentores marítimos abandonados foram comprados e os dois autocarros cedidos pela Carris Rita Macedo
Indústrias criativas
O Village Underground Lisboa recebe criativos a partir de 2014
Contentores e autocarros desactivados já estão a ser transformados em escritórios para agentes criativos em Alcântara. Abertura do Village Underground Lisboa está prevista para 2014
Texto de Ana Maria Henriques • 03/10/2013 - 16:16
São 14 os contentores marítimos e dois os autocarros desactivados que vão ter uma segunda vida na Estação de Santo Amaro, em Alcântara, sob a forma de escritórios para agentes de indústrias criativas. Isto é o mesmo que dizer que o Village Underground Lisboa — assim se chama o projecto — vai ser a casa de jovens criativos do design (moda, mobiliário, jóias), da arquitectura, do vídeo e de outros artesãos, que procuram espaços para partilhar em regime de “co-working”.
À frente do Village Underground Lisboa está Mariana Duarte Silva, da agência de comunicação Madame Management, que trouxe esta ideia de Londres, cidade onde trabalhou entre 2007 e 2009. “O meu escritório era no Village Underground London e quando decidi voltar propus fazer uma coisa parecida em Lisboa, com o Tom Foxcroft”, conta ao P3. Nos últimos quatro anos dedicou-se a concretizar o projecto, que é agora co-organizado pela Câmara Municipal de Lisboa e pela Carris.
As obras começaram na última semana de Setembro e a inauguração está prevista para o início de 2014, entre os meses de Janeiro e Fevereiro. Cada contentor e autocarro pode ser partilhado por cinco a seis pessoas, num total de 60 lugares disponíveis.
Mariana já recebeu mais de cem candidaturas e espera receber muitas mais, ao longo dos próximos dois meses (para tal basta enviares um e-mail paramariana@madame-management.com). Os preços variam entre os 150 e os 200 euros, por pessoa e por mês, e incluem internet e electricidade. Mariana e Tom Foxcroft vão avaliar todas as candidaturas individualmente, uma vez que consideram ser importante “criar um mix de pessoas com bom ambiente”, justifica a jovem de 34 anos.
Reservado a estrangeiros que precisem de trabalhar, temporariamente, em Lisboa estará um dos contentores, para ser alugado à hora (com preços a começar nos 30 euros). Além de um local de trabalho, o Village Underground Lisboa está preparado para acolher, no átrio central, performances e eventos, com programação partilhada com o espaço homónimo de Londres.
Um material “100 por cento português e muito simples”, desenvolvido pela Corticeira Amorim e pela Gyptec vai revistir o interior dos escritórios, por forma a isolá-los em termos acústicos e de temperatura. A preocupação é que este seja um complexo sustentável. O projecto de arquitectura e montagem de contentores está a cargo de João Caciano, do ateliê Arte Tectónica, e a construção é da responsabilidade da empresa 686 Construções.
A próxima fase do projecto é, diz Mariana, “ocupar um dos armazéns que a Carris tem” para a criação de um espaço multicultural com festas e actividades complementares.
Portugal no seu esplendor.
Como sempre tudo se sabe, esta publicidade antiga vem agora à baila por ter sido filmado em parte em Portugal, em Amarante. Tem tudo o seu encanto certo, e é bem bonita, pena é não ser referido. E só se saber agora.
Tanta gente que não percebe o que é amar. II
L’AMOUR DURE 8 JOURS
LA JEUNE MARIÉE POUSSE SON MARI D’UNE FALAISE

Jordan et Cody le jour de leur mariage.© DR
Le 03 octobre 2013 | Mise à jour le 03 octobre 2013
K. S.
K. S.
Elle commençait à regretter son mariage, il n’aurait pas apprécié l’aveu… Jordan Graham est accusée d’avoir tué son mari en le poussant d’une falaise, huit jours après leur union.
«C’était un endroit qu’il voulait voir avant de mourir», avait-elle calmement déclaré à un employé du Rangers Park où le corps de Cody Johnson, son mari depuis huit jours, a été retrouvé. Pendant quatre jours, ses amis et sa famille ont sillonné toute la région à sa recherche, plaquant des appels à témoin à chaque occasion. Mais le 11 juillet dernier, la découverte macabre a été faite: Cody gisait au pied d’un mont, et un hélicoptère a été dépêché pour pouvoir récupérer son corps, repéré par la jeune femme elle-même.
C’est alors que les regards se sont tournés vers la jeune veuve de Missoula (Montana): elle avait assuré, à la disparition de son mari, que ce dernier était parti dans «une voiture sombre» avec un vieil ami à lui qui ne vivait pas dans la région. Un email, reçu par les policiers, disait le lendemain qu’il fallait «abandonner les recherches» puisque «Cody [était] tombé et mort». Signé «Tony», ce courrier électronique avait été envoyé depuis l’ordinateur du beau-père de Jordan Graham, via une adresse créée le jour-même, relate CBS News.
Après cinq jours de mensonges, Jordan Graham a craqué sous les questions des enquêteurs: elle était bien responsable de la mort de son mari, qu’elle aurait poussé depuis une colline le 7 juillet pendant une violente dispute, en tentant de se libérer de son emprise. Le couple était alors en balade dans le parc, un programme prévu depuis le mois de mai dernier.
"SI TU N’AS PAS DE NOUVELLES, QUELQUE CHOSE SERA ARRIVÉ"
Les apparences ont volé en éclats. Loin de la jeune mariée encore en «phase lune de miel», Jordan aurait eu des doutes, quelques jours avant le mariage. La robe blanche, les petites demoiselles d’honneur et l’idée de fonder une famille –si chère à Cody– ne tentaient plus trop Jordan, âgée de seulement 22 ans. Malgré les conseils de ses amis d’en parler au futur marié, la cérémonie a suivi son cours comme si de rien n’était. Sur les photos, tous deux sourient mais pendant le mariage, lui était «sur un petit nuage» tandis que la jeune femme «baissait les yeux», a raconté un proche du couple à «People».
Huit jours après le mariage, le jour de la mort de Cody, Jordan Graham s’était enfin décidée à exprimer ses réticences, ainsi qu’elle en avait parlé à une proche. «Sérieusement, si tu n’as pas de nouvelles de moi ce soir, quelque chose sera arrivé», avait-elle écrit par SMS à cette même amie à quelques heures de la discussion tant redoutée.
Mise en examen pour homicide involontaire, la jeune femme a échappé (pour l’instant) à la prison, mais est assignée à résidence chez ses parents. Ses seules sorties autorisées sont pour aller au tribunal ou à l’église. Une liberté conditionnelle qui passe mal chez les proches de Cody: «J’ai immédiatement pensé que Jordan savait quelque chose, avait fait quelque chose, ou était impliquée dans ce qui est arrivé à Cory», a assuré à ABC Cameron Frederickson, un ami de Cody qui avait enjoint le jeune homme à «reconsidérer» sa demande en mariage. Photographiée à la sortie de son domicile le 15 septembre, deux mois après les faits, la jeune veuve a déjà retiré son alliance.
"Paris Match"
Agora, depois de ler isto, apetece-me ouvir isto:
Les "Rita Mitsouko" et "Les Histoires D'Amour"
"Valérie s´ennuyait
Dans les bras de Nicolas
Mais Nicolas, celui-là
Ne le savait pas
Isabelle a attendu, attendu
Mais Patrick n´est jamais reparu
Les histoires d´A
Les histoires d´amour
Les histoires d´amour finissent mal
Les histoires d´amour finissent mal en général
Michel aimait Gérard
Et Gérard le lui rendait si bien
Qu´à la fin ça ne rendait rien
Evelyne toute sa vie attendit
Que le monsieur en gris lui sourit
Gilbert partit en voyage
Juste au moment de son mariage
Hector est mort en faisant une fugue
Il allait retrouver Gertrude
Simone et Tom s´engueulaient
Dès que vingt et une heures sonnaient
Les histoires d´amour finissent mal en général
Les histoires d´amour finissent mal en général
Les histoires d´amour finissent mal en général
Les histoires d´amour finissent mal en général"
Dans les bras de Nicolas
Mais Nicolas, celui-là
Ne le savait pas
Isabelle a attendu, attendu
Mais Patrick n´est jamais reparu
Les histoires d´A
Les histoires d´amour
Les histoires d´amour finissent mal
Les histoires d´amour finissent mal en général
Michel aimait Gérard
Et Gérard le lui rendait si bien
Qu´à la fin ça ne rendait rien
Evelyne toute sa vie attendit
Que le monsieur en gris lui sourit
Gilbert partit en voyage
Juste au moment de son mariage
Hector est mort en faisant une fugue
Il allait retrouver Gertrude
Simone et Tom s´engueulaient
Dès que vingt et une heures sonnaient
Les histoires d´amour finissent mal en général
Les histoires d´amour finissent mal en général
Les histoires d´amour finissent mal en général
Les histoires d´amour finissent mal en général"
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