Comecei em 2008. Não, não sou uma antiga viciada. O vício veio depois. Mas era o que as minhas irmãs utilizavam para inter-comunicar virtualmente e sobretudo partilhar fotos para não perder a evolução física e o contacto visual de quem cresce e envelhece. A rede foi crescendo e além dos familiares longe com quem mantém-se contacto, reencontrei amigos de infância com quem andei na escola, ou partilhei as fases do crescimento, são emoções de alegria muito agradáveis voltar a lembrar os momentos, é claro, nesta altura é o "bom tempo". Por aqui então, juntam-se os amigos e conhecidos, os e passaram por nós num invento pontualmente e os curiosos. Não tenho nada a esconder mas não aceito quem não conheço (excepto umas situações que falarão mais tarde um dia) porque não estou a promover nem o meu trabalho nem a minha pessoa e porque sirvo-me do FB como local de partilha, de troca, de informação, de curiosidade, de convívio na medida consciente do que é. Sim, já concluí que passo sem TV mas não passo sem PC, mas isso, ainda remedia-se quando tratado atempadamente. Mesmo assim, consigo não ir 2 ou 3 dias com acesso a mão... (foguetes!) E se estiver sem acesso, passo muito bem sem consultar. Digo consultar que estranhamente assim verifico muito rapidamente se está tudo bem. Não que seja "Super-Mulher" para resolver seja o que for mas de uma vista de olhos consigo ter uma percepção do estado de espírito dos componentes da MINHA rede. E Interajo ou não. E partilho ou não o que me apetece com, ao meu ver, bom senso. Obviamente não exponho todos os meus factos e gestos diários além de algumas fotos que testemunham por vezes para lembrança e guardo as minhas coisas para quem eu quiser com quem eu quiser partilhar fora do meio. O FB não substitui as relações familiares ou amicais, os telefonemas e convívio REAIS ao vivo em directo live. A verdade é que FB aproxima quem está longe mas afasta quem está perto. E eu quero a primeira parte mas não quero a segunda. Portanto faço para não se verificar comigo.
E depois como em tudo, há a outra parte facebookiana.
A que não gosto.
Quando leio ouço ou vejo notícias com referência FACEBOOK. Isso choca-me. O Presidente da República faz uma declaração via FB, ou fulano tal comentou não sei quê. As personalidades públicas não têm meios a traves da comunicação social de expressar ou de emitir uma declaração? Escondem-se também a trás do mundo virtual? Isso é grave. Ou assustador. Pelo menos para mim. Mas lá está, os jornalistas é que dão a importância que lhe querem dar.
A da cusquice e malandrice, a da denúncia maldosa, a da cobardice de quem fala unicamente com os dedos a trás do ecrã mas na realidade, quero dizer na vida real, "está quieto o bife" e há quem utiliza o meio para difamar, para vitimizar-se, para lavar a roupa suja em público de assuntos pessoais que não estão para aí chamados e que no fundo só prejudicam a eles próprios mas enfim cada um é livre de comportamentos associados a nível da mente, acompanhada e ligada indissociavelmente do corpo. Assim, atingem a felicidade para somar 6 "gosto's" e 4 comentários de apoio. Assim desculpem algumas atitudes inapropriadas de difamação do vizinho. Mas tudo em cobardia obviamente, porque o medo de estar a comportar correctamente não é do senso comum. Muito melhor, a dramatização via FB, a intrigue e o escândalo de escala facebookiana é o que alimenta com gosto o povo (este mesmo povo que gosta de Shit brother e casa dos coitados) que de pegar na coragem e no bem senso e resolver conversando. Isso não porque pode resolver-se bem e parecer mal. Há quem manda os "Bitytes", as provocações a pensar que vai salvar o mundo e ganhar boa opinião pública a mandar foguetes mas só fica aí, depois não se justifica nem se argumenta pessoalmente foi só para parecer bem frente à rede mas na realidade são quietos que nem os cordeirinhos quando é ao vivo e que acabam por mesmo se zangarem mesmo via FB.
Quando leio ouço ou vejo notícias com referência FACEBOOK. Isso choca-me. O Presidente da República faz uma declaração via FB, ou fulano tal comentou não sei quê. As personalidades públicas não têm meios a traves da comunicação social de expressar ou de emitir uma declaração? Escondem-se também a trás do mundo virtual? Isso é grave. Ou assustador. Pelo menos para mim. Mas lá está, os jornalistas é que dão a importância que lhe querem dar.
A da cusquice e malandrice, a da denúncia maldosa, a da cobardice de quem fala unicamente com os dedos a trás do ecrã mas na realidade, quero dizer na vida real, "está quieto o bife" e há quem utiliza o meio para difamar, para vitimizar-se, para lavar a roupa suja em público de assuntos pessoais que não estão para aí chamados e que no fundo só prejudicam a eles próprios mas enfim cada um é livre de comportamentos associados a nível da mente, acompanhada e ligada indissociavelmente do corpo. Assim, atingem a felicidade para somar 6 "gosto's" e 4 comentários de apoio. Assim desculpem algumas atitudes inapropriadas de difamação do vizinho. Mas tudo em cobardia obviamente, porque o medo de estar a comportar correctamente não é do senso comum. Muito melhor, a dramatização via FB, a intrigue e o escândalo de escala facebookiana é o que alimenta com gosto o povo (este mesmo povo que gosta de Shit brother e casa dos coitados) que de pegar na coragem e no bem senso e resolver conversando. Isso não porque pode resolver-se bem e parecer mal. Há quem manda os "Bitytes", as provocações a pensar que vai salvar o mundo e ganhar boa opinião pública a mandar foguetes mas só fica aí, depois não se justifica nem se argumenta pessoalmente foi só para parecer bem frente à rede mas na realidade são quietos que nem os cordeirinhos quando é ao vivo e que acabam por mesmo se zangarem mesmo via FB.
Também há quem se auto-promove. Normalmente, não fazem mal a ninguém (tirando a eles próprios), a procura de um bocado de admiração, de protagonismo e de um bocado de atenção por falta de auto-estima e de auto-suficiência. Felicidade absoluta quando atingidos os 100 "gosto´s" e orgasmo imparável e incomparável quando ultrapassados os 200. O objectivo (a primeira vista inocente) é ter um bocado de sucesso como quem tem uma página para os fãs esfomeados de vida pessoal que (não têm) devoram a dos outros. Atenção, auto-promoção excessiva pode prejudicar a serenidade mental.
Há quem utiliza o meio como suporte promocional de produtos e serviços, aí também não prejudicam a ninguém, só são os primeiros a cuscar, não dão a cara e ficam escondidos a trás da marca ou do nome do comercio. Perigoso, quando se vem a descobrir quem está verdadeiramente a administrar a página e que no fundo quer ver o que não quer mostrar.
Constata-se os observadores e analistas, entretanto viram pro, com a medição dos gostos de uns nos outros, a dissecação ao pormenor das palavras, pontuação e caracteres dos comentários, estes também entram nos companheiros e namoradores ciumentos, os obsessivos, doentes e os desconfiados.
Há a parte completamente assustador que é de utilizar o FB como meio de informação pessoal. Exibir, expor de forma excessiva e abusiva para impor e acalmar os medos e as inseguranças, justificar o que se quer ser e o que se quer ter via FB. Então ainda vá lá que posso ainda não me questionar tanto quando é um desportista ou uma cantora na moda a metralhar de anexos ou fotos explicitas de com quem se deitam por questão marketing e é o "já faz parte" ou sou eu que não quero dar importância porque não conheço as pessoas pessoalmente.
Há quem publica, comenta ou gosta e depois arrepende-se. Então tira. Pode prejudicar-se pessoalmente ou profissionalmente. Pois já há divórcios, despedimentos graças ao FB. Digo Graças, porque para chegar a este ponto, ou foi bem feito ou estavam mal casado ou mal empregado.
E a lista poderia continuar até não acabar porque é muito divertido. Claro que é de modo exagerado, que somos todos um bocado disto e daquilo, que demos, percebemos, partilhamos e tiramos do Facebook o que queremos, a verdade é que é um meio moderno de comunicação, e mesmo assim conheço muito gente que não tem, fica só ter a consciência do que é e de não passar para o outro lado, o pior, isso é que é importante.
Há quem publica, comenta ou gosta e depois arrepende-se. Então tira. Pode prejudicar-se pessoalmente ou profissionalmente. Pois já há divórcios, despedimentos graças ao FB. Digo Graças, porque para chegar a este ponto, ou foi bem feito ou estavam mal casado ou mal empregado.
E a lista poderia continuar até não acabar porque é muito divertido. Claro que é de modo exagerado, que somos todos um bocado disto e daquilo, que demos, percebemos, partilhamos e tiramos do Facebook o que queremos, a verdade é que é um meio moderno de comunicação, e mesmo assim conheço muito gente que não tem, fica só ter a consciência do que é e de não passar para o outro lado, o pior, isso é que é importante.

















































