As horas deste meu blog não estão certas. O tempo. Questão de tempo que os nossos sentidos e percepções são mestres em nos enganar. Albert Einstein disse: "Uma ilusão. A distinção entre passado, presente e futuro não passa de uma firme e persistente ilusão."
“ A gente pode morar numa casa mais ou menos, numa rua mais ou menos, numa cidade mais ou menos, e até ter um governo mais ou menos. A gente pode dormir numa cama mais ou menos, comer um feijão mais ou menos, ter um transporte mais ou menos, e até ser obrigado a acreditar mais ou menos no futuro. A gente pode olhar em volta e sentir que tudo está mais ou menos. Tudo bem. O que a gente não pode mesmo, nunca, de jeito nenhum é amar mais ou menos, sonhar mais ou menos, ser amigo mais ou menos, namorar mais ou menos, ter fé mais ou menos, e acreditar mais ou menos. Senão a gente corre o risco de se tornar uma pessoa mais ou menos.
Eu não sei, que mais posso ser um dia rei, outro dia sem comer por vezes forte, coragem de leão as vezes fraco assim é o coração eu não sei, que mais te posso dar um dia jóias noutro dia o luar gritos de dor, gritos de prazer que um homem também chora quando assim tem de ser Foram tantas as noites sem dormir tantos quartos de hotel, amar e partir promessas perdidas escritas no ar e logo ali eu sei... (Que)Tudo o que eu te dou
tu me das a mim
tudo o que eu sonhei
tu serás assim
tudo o que eu te dou
tu me das a mim
e tudo o que eu te dou
Sentado na poltrona, beijas-me a pele morena fazes aqueles truques que aprendeste no cinema mais peço-te eu, já me sinto a viajar para, recomeça, faz-me acreditar "Não", dizes tu, e o teu olhar mentiu enrolados pelo chão no abraço que se viu é madrugada ou é alucinação estrelas de mil cores, ecstasy ou paixão hum, esse odor, traz tanta saudade mata-me de amor ou da-me liberdade deixa-me voar, cantar, adormecer