quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Só isto...


"A unidade mínima humana não é Um mas sim Dois" 
Bertolt Brecht


Campanha Criativa

W.W.F.

Paris is mine but Lisbon is in my heart.

AVE MAria...

Quando os meninos da Cruz Católica pararem de brincar com a pilinha, pararem de acreditar na virginidade da Virgem Maria e perceberem que é a única religião monoteísta cujos protagonistas não podem casar ou pelo menos não podem assumir a sua sexualidade (aaahh, tabu! Disse sexo! Aaaaah!), haverá sempre estes problemas abafados... Aie Jesus... Nossa! Aqui o artigo do JN sobre o Lóbi gay...

Continuo na minha: a verdade sempre se sabe!

Acho que a estes requisitos e o ordenado oferecido, deveria pedir que os candidatos se apresentem de bikini.

Tantas coisas e ainda não inventaram o homem em 3D?

Compatriota e sabedor ;)


Pois é, Sr. Vergílio, não posso falar em nome de todas mulheres, mas sim, poucos são os que atravessem a porta do quarto em glória.

O que Une uma Mulher a um Homem
O que une uma mulher a um homem não passa por nada do que aparentemente vale. Passa por onde? Não, não: pode não ser por aí, embora seja fundamentalmente por aí. Porque mesmo aí outros poderiam cumprir melhor, com o acréscimo do resto. Há uma falha (uma falta) essencial na mulher que só um certo homem pode preencher. E não é necessariamente essa. O mais misterioso no domínio das relações é o que se situa nas relações amorosas. Ou seja no que há de mais íntimo, essencial, primeiro do ser humano. Um labregório qualquer, torto, bronco, cabeçudo, pode ser amado pela mulher mais divinal e inteligente e ilustrada e refinada de figura. Haverá, pois, para o homem dois mundos que não comunicam entre si e que se separam na porta do quarto. Poucos são os que a atravessam em glória — idos da rua ou para a rua. 

Vergílio Ferreira, in 'Conta-Corrente 1'


Não devemos ter a mesma noção de democracia.

Governo deplora "triste confusão" entre "direito de se fazer ouvir" e o de "silenciar os outros" | iOnline

Bro's love.


K...

...de Kenzo


A nobre Corte para a matéria.


Por vezes é só questão de imaginação e de criatividade. Ora tanta por aqui e lá fora no mundo da moda ultra fashion, já se aproveita esta matéria tão nobre, tão ligeira como legitima , se se aquece o coração , porque não aquece os pés com CORTIÇA...

Os sapatos em cortiça de Antipodium para ASOS





e-book de Gérald Cohen

Ilustração de Leo Dorfner


O site de Gerarld, homem do mundo, de agora.

"Souveraineté du vide". Cristian Bobin

"Ma solitude est plus une grâce qu’une malédiction"


"L'inachevé, l'incomplétude seraient essentiels à toute perfection."


Photo _ CHARLOTTE _ BRACEGIRDLE


quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Eu gostava de ter estas notas para pagar ao menos a EDP.

Olha! E porque não? Acho boa ideia! :-)

Números. Assustadores.

É capaz entretanto de sair uma nova lei que decrete que cantar "Grândola" seja crime.

Ora nem mais que um bocado de bom senso.

Em seguimento às manifestações do povo, o primeiro ministro demissionário da Bulgária, Boiko Borisov declarou: "Cada gota de sangue, caros colegas, é uma nódoa para nós. Não posso ver um parlamento cercado por uma vedação." e demitiu-se.
Eu digo Bravo. Clap-clap.

E na série Berlusconi, eis o Luigi.

ITALIE • Berlusconi junior investit (discrètement) dans les tablettes et smartphones | Courrier international

Citation en français s'il vous plaît.


Citation de ce mercredi 20 février 2013
Il faut toujours, en toute circonstance, même si l'on est démenti, avoir le courage d'aimer.
L'Evangile selon Pilate



The Violence of Mexican Drug Cartels


Porque ainda há uns dias postei um "Novo filme. Da vida real.", hoje partilho informação e alerta. A vida não é um filme.




Afinal ainda bem que há estudos antropológicos e sérios sobre este assunto que realmente já me tinha feito chegar a esta conclusão.


Pesquisa da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas analisa influência das Princesas da Disney nas meninas

Igor Truz / Agência USP de Notícias
Foto: Cecília Bastos / USP Imagens
No Departamento de Antropologia da Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, a antropóloga Michele Escoura estudou de que maneira as imagens de princesas de contos de fadas servem como um referencial de gênero e exemplo de feminilidade. A pesquisa foi realizada com aproximadamente duzentas crianças de cinco anos de três escolas, públicas e particulares,  do interior de São Paulo — duas em Jundiaí e uma em Marília. Por intermédio de observações participantes, Michele avaliou a influência exercida nas crianças pela marca registrada “Disney Princesas”. As imagens das personagens das produções cinematográficas dos estúdios Walt Disney estão presentes no imaginário e no cotidiano da maioria das meninas e carregam em si uma série de particulares significados. Segundo a antropóloga, é necessário mostrar a elas outros referenciais de mundo e do que é ser mulher.
A pesquisa Girando entre Princesas: performances e contornos de gênero em uma etnografia com crianças foi fundamentada nas teorias de gênero, difundidas a partir dos anos 1970. “Segundo as teorias de gênero, os referenciais de masculinidade e feminilidade não são pautados pela natureza, mas apreendidos segundo os modos de socialização a que nos submetemos. Diferentemente do sexo, enquanto um referencial anatômico de macho e fêmea, os gêneros masculino e feminino resultam de uma construção  social, e variam de acordo com cada cultura”, afirma Michele.
Durante o acompanhamento do cotidiano das crianças de diferentes classes sociais, que durou um ano,  Michele percebeu que as princesas da Disney eram operadas como um referencial para demarcar o gênero: “Uma brincadeira era de menina quando de alguma maneira as crianças resolviam brincar de princesas. As meninas não tinham necessariamente que reproduzir as ações das personagens nas brincadeiras, mas apenas a citação das princesas, ou a utilização de algum produto  relacionado a elas enquanto brincavam já demarcava a participação exclusiva de meninas naquela atividade.”

Casamento: uma necessidade?

Foto: Cecília Bastos / USP Imagens
Além de acompanhar as brincadeiras, Michele exibiu nas escolas os filmes Cinderela e Mulan, com o objetivo de mapear como as crianças compreendiam as narrativas dos filmes com princesas da Disney. A escolha foi feita porque tratam-se de duas personagens “Disney Princesas”conceitualmente diferentes. Enquanto Cinderela é a princesa ‘clássica’, passiva, sempre à espera de outras pessoas para resolver os seus problemas, Mulan, segundo a própria descrição no site da Disney, é uma princesa rebelde, que a partir de suas ações, desencadeia os acontecimentos na história.”
Após as exibições, a antropóloga solicitou que as crianças retratassem, em desenhos comentados, a cena mais relevante de cada um dos filmes. Entre os muitos elementos captados, alguns chamavam a atenção, como a necessidade de vínculo conjugal da princesa com um príncipe, ou ainda o padrão estético, de beleza e comportamento.
De acordo Michele, o status de princesa não foi facilmente atribuído pelas crianças à Mulan, em contraposição à Cinderela. Muitas crianças resistiram em considerar Mulan uma princesa e os argumentos, principalmente, se pautavam em dois motivos: Primeiro, por a personagem não apresentar o padrão estético, de beleza e comportamento, da maioria das outras princesas. Em segundo lugar, e mais importante, pelo final do filme não deixar claro se Mulan se casou ou não. Segundo Michele, indagada sobre o porquê Mulan não seria uma princesa, uma das crianças respondeu: “Tia, para ser princesa precisa casar, né? Senão não vai ser princesa, vai ser solteira!”

Marca registrada

Criada no início dos anos 2000, a marca registrada “Disney Princesas” reúne os direitos de reprodução das imagens de algumas personagens presentes nas produções cinematográficas da Walt Disney Company, nos mais variados tipos de produtos, de mochilas e cadernos até jogos de videogame. A franquia nasceu com a ideia de potencializar os lucros da empresa, principalmente por intermédio do jovem público consumidor feminino.
A marca conta hoje com dez personagens: Branca de Neve, do filme A Branca de Neve e os Sete Anões (1937); Cinderela, de Cinderela (1950); Aurora, de A Bela Adormecida (1959); Ariel, de A Pequena Sereia (1989); Bela, de A Bela e a Fera (1991); Jasmine, de Alladin (1992); Pocahontas, de Pocahontas (1995); Mulan, de Mulan(1998); Tiana, de A Princesa e o Sapo (2009); e Rapunzel, de Enrolados (2010).
Foto: Marcos Santos / USP Imagens
Michele ressalta a importância de nos atentarmos ao padrão que determina a presença ou não de uma personagem no seleto grupo da marca. Ao analisar a narrativa dos dois filmes selecionados, o ponto em comum percebido entre as ‘Disney Princesas’ é o sucesso no amor conjugal. A imagem das princesas é totalmente dependente do príncipe, e apesar das grandes diferenças nas narrativas, a realização de si enquanto um exemplo de feminilidade só é completa após o casamento ou a sua sugestão.”
Segundo o estudo, a marca é, hoje, a principal responsável pela divulgação das princesas da Walt Disney. As crianças conhecem antes as princesas pelos produtos em que estão estampadas, do que pelos filmes que contam a sua história. Para a antropóloga, a pesquisa demonstra como o consumo destes determinados produtos também exerce o papel de demarcar as diferenças de gênero entre as crianças.

Novos horizontes

Mais do que marginalizar completamente as personagens das princesas, Michele acredita que é preciso garantir que as crianças tenham acesso também a outros tipos de referenciais de feminilidades. Filmes, músicas, roupas e tantos outros produtos entregues às crianças, não podem ser a única fonte de informação sobre o que é ser mulher.
“As princesas da Disney carregam consigo um conteúdo que acaba funcionando como uma restrição a ideia do que é ser humano, enquanto mulher. É necessário garantir que a formação das crianças tenha também outros tipos de referenciais. A diversidade existe, e as crianças devem saber que não há apenas uma maneira de serem felizes, bonitas e aceitas.”, conclui a antropóloga.
Mais informações: email micheleescoura@gmail.com, com a antropóloga Michele Escoura

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Revejo-me... há 20 anos...

Oí?

Jornal de uma adolescente que demorou 6 meses para se reconstruir depois do amor.

Aie mãe!

Sabemos as diferenças que nós liguem, e as dificuldades que a vida nos colocou para tais. Felizmente, conseguimos conversar e ultrapassar estas coisas. E há uma das coisas que sempre me ensinaste e que se verificou, a verdade se sabe sempre. Podem, os alucinados, os inventores esconderem-se a trás de seja o que for, um dia, sabe-se tudo. Não sou melhor que os outros, mas não cuspo em cima dos que me fizeram bem, nem que me ajudaram. E posso esquecer de coisas de quais não dou relevância, mas não tenho a memória curta, nomeadamente a quem dei de mim. E não fico a espera de retorno nem de pagamento, a lentidão é o segredo para a felicidade (Eric-Emmanuel Schmitt, "O senhor Ibrahim e as flores do Corão" )o que dei será sempre meu, fará sempre parte de mim e não me arrependo do que fiz, disse e senti. Como disse ou escreveu o Fernando Pessoa, Homem da minha terra de escolha: " Só guardamos o que demos."

A Inteligência não é o Fundo do nosso Ser


A inteligência não é o fundo do nosso ser. Pelo contrário. É como uma pele sensível, tentacular que cobre o resto do nosso volume íntimo, o qual por si é sensu stricto ininteligente,irracional. Barrès dizia isto muito bem: L'intelligence, quelle petite chose à la surface de nous. Aí está ela, estendida como um dintorno sobre o nosso ser mais interior, dando uma face às coisas, ao ser - porque o seu papel não é outro senão pensar as coisas, pensar o ser, o seu papel não é ser o ser, mas reflecti-lo, espelhá-lo. Tanto não somos ela que a inteligência é uma mesma em todos, embora uns dela tenham maior porção que outros. Mas a que tiverem é igual em todos: 2 e 2 são para todos 4. Por isso Aristóteles e o averroísmo acreditaram que havia um único noûs ou intelecto no Universo, que todos éramos, enquanto inteligentes, uma só inteligência. O que nos individualiza está por trás dela.Mas não vamos agora espicaçar uma tão difícil questão. Baste o que foi dito para sugerir que em vão pretenderá a inteligência lutar num match de convicção com as crenças irracionais, habituais. Quando um cientista sustém as suas ideias com uma fé semelhante à fé vital, duvida da sua ciência. Numa obra de Pío Baroja, uma personagem diz a outra: «Este homem acredita na anarquia como na Virgem do Pilar»; o que é comentado por uma terceira: «Em tudo o que se acredita se acredita igualmente». Do mesmo modo, sempre a fome e sede de comer e beber será psicologicamente mais forte, terá mais energia bruta psíquica que a fome e a sede de justiça. Quanto mais elevada for uma actividade num organismo, é menos vigorosa, menos estável e eficiente. As funções vegetativas falham menos que as sensitivas, e estas menos que as voluntárias e reflexivas. Como dizem os biólogos, as funções adquiridas ultimamente, que são as mais complexas e superiores, são as que primeiro e mais facilmente são perdidas por uma espécie. Em outros termos: o que vale mais é o que está sempre em maior perigo. Num caso de conflito, de depressão, de paixão sempre estamos prontos a deixar de ser inteligentes. Dir-se-ia que levamos a inteligência presa com um alfinete. Ou dito de outra maneira: o mais inteligente é-o... às vezes. E o mesmo poderíamos dizer do sentido moral e do gosto estético. Sempre no homem, por sua própria essência, o superior é menos eficaz que o inferior, menos firme, menos capaz de se impor. 

Ortega y Gasset, in 'O Que é a Filosofia?'

Shiuuuuu....

Silêncio é uma palavra impossível.
Não corresponde a nenhuma realidade.
Não há silêncio no cosmos 
nem em cada um de nós.
Numa sala sem eco, 
entre sete paredes de cimento isolante,
ouve-se ecoar a circulação
do nosso próprio sangue.

António Barahona

reciclagem, gosto de fazer coisas lindas e dar segunda vida aos objectos usados :)

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

O fim.

Um amigo, há mais ou menos um mês, disse-me que a normalidade não deve alimentar a anormalidade. Não concordei na altura. Com o argumento de que cada um sabe de si, que cada um faz os filmes que quiser, que cada perspectiva é pessoal e subjectiva e que cada pessoa gere as suas interpretações, alucinações e visões como entender. Mas ele justificou que somos responsáveis pela nossa inteligência, numa sociedade onde os mal-entendidos são causadores de conflitos desnecessários, inapropriados e alimentadores de desconhecimentos transformados em psicose colectiva. A semana passada dei-lhe razão. E concluo com o que ele me disse há uns dias: longe do farol, vê-se a luz.

O fim justifica os meios.


Mafalda Justino Alves, a mãe da aluna de 14 anos com dislexia que viu negada pelo Júri Nacional de Exames (JNE) a possibilidade de realizar as provas finais do 9º ano em sala separada com leitura de enunciados.
A mãe de Constança, que chegou a pôr o Ministério da Educação em tribunal, recebeu esta manhã da TSF «com felicidade» a notícia do recuo do Ministério da Educação.
«Acho que era uma injustiça tremenda o que se estava a passar, acho que é um bom senso da parte do Governo e acho que reflectiram perante as situações que lhes foram postas por vários pais, não só eu, várias instituições, que lhes puseram à frente, de facto, a realidade que é a vida destas crianças. Fico muito contente. Têm sido muitos anos de luta com a minha filha para que ela consiga estar no mesmo patamar e superar os mesmos obstáculos de todas as outras crianças. Sinto-me emocionada», admitiu Mafalda Justino Alves à TSF.
O Ministério da Educação voltou atrás e vai manter os exames ao nível de escola para os alunos com necessidades educativas especiais.
O Júri Nacional de Exames (JNE) disse às escolas que as crianças vão poder fazer exames ao nível de escola e regressa também a leitura de enunciados para os alunos com dislexia. Mais por aqui:


Campanha contra os "desastres silenciosos" - Mundo - Notícias - RTP

Caso com quem me oferecer isto:


domingo, 17 de fevereiro de 2013

A verdade vidente

Cada um é que cria o seu próprio destino. Não esperes que ele venha até ti.

2013, modo de vida, Pombal, Portugal

Partilha:

António Pinho Vargas:

Não há luz, só túnel

Quem assim fala não é um qualquer opositor (como eu). É o director da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, Prof. José Reis.

"As hipóteses de ignorância, fanatismo ideológico, convicção cega de que as finanças públicas são tudo, servilismo político ou comportamento aluado parecem frágeis para explicar a sequência fria, sistemática, encadeada, de deliberações sobre a economia portuguesa que a conduziram ao óbvio: à paralisia, à depressão, à miséria, ao abandono.

Mas os dados sobre uma realidade negra somam-se. O desemprego ontem, o produto interno bruto (PIB) hoje, o investimento amanhã. Enfim, a desconstrução da economia, da sociedade, das expectativas. Qual é a surpresa, se tudo se montou para que assim fosse? É preciso lembrar que em 2010, em Portugal, o crescimento foi 1,6%?

Já não é de crise que se trata. É de outra coisa. Crise, dizem os eruditos e lembramo-nos muitos de nós, é uma situação de passagem para outra fase, uma transição em que há mudança, mas não se desconstrói tudo, abrindo-se sempre um caminho. Aqui não há passagem para lado nenhum. É um estado em si mesmo: o empobrecimento pelo empobrecimento, a redução absurda do que somos, do que temos. Já nem a frase "desvalorização interna", que fez época, parece fazer sentido. É muito mais do que isso.

O assunto não é apenas português, bem se sabe. O centro da Europa afunda-se igualmente. A ideia deslumbrada de que só era preciso corrigir os nossos vícios, pois só nós fugíamos à regra, não tinha caminho para fazer. Nem cá, nem lá. O desígnio exportador como salvação era fruto desse moralismo sem base.

Alguém continuará a dizer-nos que isto é para preparar a retoma? Alguém ainda vem com a estafada metáfora da luz ao fundo do túnel? O que é claro é que é preciso destruir o túnel, porque ele não comporta luz, não tem saída. Como é que isso se faz? Com o inverso do que tem sido feito. Investimento público regenerador. Sanear os bancos para que deixem de se alimentar a si mesmos e financiem a economia. Regresso à economia real criadora de riqueza, emprego e bem-estar. Repartição justa do rendimento valorizando a procura interna que relance a economia.

Professor da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra
in Público 15-3-13, p.3

Mágico!

O sr. consegue fazer desmaiar um micro da TVI só com palavras...

Noite

A vida vale tudo.

Aqueles que pensam que são maiores do que os restantes... Devem ir ao cemitério. Lá, verão o que a vida, realmente é.

Cegueira

Tudo muda conforme a cor do vidro através do qual se vê. Nada é verdadeiro. Tudo é imaginado. Vê o reflexo no espelho. É muito mais presente do que a coisa refletida.

Surdeza

Acho que os instrumentos musicais de madeira ressoam musicalemente mesmo quando não são tocados. Têm memória. Cada nota uma vez tocada neles fica lá dentro. Para sempre. É uma questão de percepção.

Happy birthday Mike. <3

Frase.

"Ao descer Rios impassíveis, Não me senti guiado por rebocadores..." Artur Rimbaud.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Gosto.

Gosto dos meus amigos que corrigem os meus erros. Ortográficos, entendo. Gosto dos meus amigos que me dizem vou te dizer só uma vez: nitidamente é assim. Tinha esta ideia mas não nitidamente. Gosto dos meus amigos com quem posso partilhar tudo até cenas de cócó. 


Uma salsicha de cavalo please!

Bem, eu por acaso, desculpa mas estou farta de me rir com este assunto. Alguém morreu?

Não me parece. OK, é grave de comprar algo e de comer outra. OK. OK é grave de ser enganados no que comemos. OK. OK, é grave empresas e negócios enganar os consumidores, apesar dos 928357283756239875029 contrôlos de qualidade, apesar das 1248958976234578 leis agro-alimentares apesar de ser escandolasamente enganados ok. ok. ok. Eu lembro-me perfeitamente quando era pikina, de comer cavalo e adorar, de ver os talhos só desta carne, claro quando cresci e tornei-me cavaleira, deixei completamente, nem sou capaz hoje de comer, mas lembro-me também de comer avestruz aqui em Portugal. É verdade, que é feita desta carne, saudável?
Mas vamos lá ver, apesar de não gostar de ser enganada, obviamente que é grave, ok, ok, ok mas não houve morte, nem doentes,nem consequências além das morais? Pois não? Ninguém ficou cego, paraplégico, infectado ou qualquer coisa do género? Pois não? Não sabemos o que comemos, o que respiramos e o que bebemos de qualquer forma. Ah, é que me parece que há consequências muito mais graves com enganos e tráficos de medicamentos...


Monica...

É uma das mais Belluci mulher do planeta. Não há discussão possível. Agora de repente, parei nesta imagem, e só me fez lembrar desodorizante... Hum... que espírito meu tão esquisito.




E agora, digam lá que não há coisas do carago:


E para quem não gosta de manhã ou de acordar com ele entalado, diz-se que:


Novo filme. Da vida real.



Vá... Digam lá que é mais bonito que António Banderas. Que parece uma foto tirada de um filme de gangster. E podia ser actor de certeza. Mas com balas reais. E cenas espectaculares mas sem efeitos especiais. Sim. O Joaquin Guzman, não é um o "GUZ Man", homem de gozo, é um mafioso a sério. É um traficante mexicano de droga com alcunha "El Chapo" (o pequeno em mexicano lá da aldeia) que acabou de ser oficialmente designado inimigo público N.º1 da cidade de Chicago. Um título, longe de Hollywood, que não tinha sido atribuído desde 1930, resumindo,  desde "Al Capone". Leader do quartel de Sinaloa, fugiu de uma prisão mexicana em 2001 e é um dos fugitivos mais perigoso e mais procurado. Do mundo. E também um dos mais rico. O magazine Forbes estima a sua fortuna em mais de 1 000 000 000 $$$...


La Chicago Crime Commission annonce que Joquin Guzman est désormais l'ennemi public n°1, le 14 février à Chicago.



sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Charly, Charly

"mulheres não sabem como amar",
ela me disse.
"você sabe como amar"
"mas mulheres só querem parasitar.
sei disso porque sou mulher."

hahaha, eu ri.

"por isso não se preocupe por ter terminado com Susan
porque ela apenas irá parasitar outro homem."
falamos um pouco mais
então eu me despedi
desliguei o telefone
fui ao banheiro
e mandei uma boa merda de cerveja
basicamente pensando, "bem,
continuo vivo
e tenho a capacidade de expelir
sobras do meu corpo.
e poemas.
e enquanto isso acontecer
serei capaz de lidar com traição
solidão
unhas encravadas
gonorreia
e o boletim econômico do caderno de finanças."

com isso
me levantei
me limpei
dei a descarga
e então pensei:
"é verdade:
eu sei como amar."

ergui minhas calças e caminhei
para a outra peça.

- Charles Bukowski




Portugal! ... ups ... ah ... naõ ...afinal .. é ... a ... Grécia.


A Very Greek Depression
By KOSTAS TSAPOGAS

Athens

LIKE many Greeks caught in the maelstrom of the economic crisis, my wife and I live a day-to-day existence.

Since the newspaper where I worked for 23 years (my wife for 17) went out of circulation in December of 2011, we have both been unemployed. Neither of us have received a paycheck in 18 months, as our newspaper stopped paying us five months before it closed. With unemployment for journalists at over 30 percent, and the official unemployment rate at 26 percent, our prospects for this year are, shall we say, not terribly favorable.

Our story is typical of many in Greece, though some are much worse off and some have it better. But like an overwhelming number of Greeks who are struggling just to get enough food, to keep their homes warm and to maintain a semblance of normalcy, we are fighting to keep our dignity intact and avoid the depression that is enveloping our country.

We have been lucky in some ways. Our son, like many young people, has left Greece and found work as a software engineer in Scotland, and we are watching as the country loses a generation of highly skilled university graduates. Our parents, though elderly, are healthy and manage to survive on their pension, which has been cut by almost 50 percent in the last two years. They have offered to share what little they have with us — something common in Greece, where traditional family ties often offset ineffective social welfare programs.

In the past 18 months, we have tried to find work in journalism. With a group of former colleagues, we tried to create a start-up digital newspaper. After months of hard — and unpaid — work, our primary investor pulled out just a few days before we were supposed to go online, unwilling to take the risk in such a fragile economy.

We have continuously explored other avenues to find work. My wife has taken up baking to help keep us afloat. We are exploring the possibility of exporting Greek agricultural products.

In an economy where home sales are almost nonexistent, we managed to sell our small country home. Even though we got less than 20 percent of its previous value, we feel lucky because it allows us to survive for a few more months.

We also managed to get a court order that prevents the banks from foreclosing on our mortgage, so our home in Athens is safe until 2015. We are luckier than the people who are forced to live in their cars — their only property after they lost their jobs and the banks took their houses or their landlords refused to extend them any more credit. They park at a different spot every few days and usually rely on the kindness of strangers for bath and toilet facilities, or relieve themselves at public or private gardens, including, occasionally, our own.

We know we are lucky to have a garden. This January, pruning the trees proved to be psychologically beneficial. This time, though, the pruning went a bit deeper, and I found myself hacking at the laurel tree my grandfather planted when I was born, 57 years ago.

Up to now, we were lucky to escape the wood-cutting, wood-burning craze. With the price of heating fuel almost doubling since last year, central heating is mostly turned off. Fireplaces and stoves are pressed into service, even in high-rise condominiums.

Hence the sting in my eyes every evening when many of our neighbors return to their cold homes and Athens is shrouded in a cloud of wood smoke. Government warnings that pollution has exceeded dangerous levels are dismissed with a shrug, or as another ploy to force people to use the heavily taxed heating fuel whose consumption has fallen by as much as 70 percent. Meanwhile, the Forestry Protection Services are fighting a losing battle to prevent deforestation at a scale unseen since the Nazi occupation.

We are certainly luckier than the people flooding the city’s 191 soup kitchens run by the Greek Orthodox Church. Luckier that the nouveau-poor, like the middle-aged man dressed in an Armani suit, a bit threadbare at the elbows and shiny at the seat of the pants, who tries to look inconspicuous waiting in line at the Koumoundourou Square soup kitchen for his daily meal. Luckier than the very respectable woman who walks six kilometers every day to stand in line for two containers of food and then goes back home pretending to cook, not wanting to tell her sick husband that they can’t afford it.

My wife and I sometimes ask ourselves if we are in a state of denial. But we believe that the biggest danger comes from succumbing to depression, and we both struggled to get out of bed during the holidays. But since then we’ve gotten up every day and tried to find some way to get ourselves back on track. We’d be happy to start over, but where to start?

Any new venture requires money, and we have only enough to survive, and credit is impossible to obtain. When we go to bed at night, we realize we have made it through another day. Seven nights, and we’ve made another week. Like the cloud of smoke hovering over the winter sky in Athens, we want desperately to believe the situation is not permanent.

But we can’t be sure. We do know the smoke will dissipate, at the very least, come spring.

Kostas Tsapogas is a former foreign editor of Eleftherotypia.

Published: February 14, 2013, The New York Times.

WORLD PRESS PHOTO 2013

Foto de PAUL HANSEN

o Português, Daniel Rodrigues, o foto-jornalista que ganhou um prémio neste estimado concurso, está desempregado. Pois claro, estamos em Portugal. 


S. Valentim off, the best gift: how to break up:

à Jardineiro:
-Querida, vou regar outra rosa.

à Pintora:
-Bonita, não posso mais contigo. Nem pintada.

à Narciso
-Era melhor tu encontrares alguém que te ama tanto como tu me amas.

à Alzheimer
-Mas afinal quem és?

à Oportunista
-E a tua amiga?

à Amigo
-Olha, acabou mas vamos lá mais uma vez, só naquela, para acabar bem?

Paris, 12-12 @kabg



La montre béryl vert et diamants de Cartier


Quem quem quem?

"Grândola Vila Morena" interrompe debate quinzenal no Parlamento - Política - Notícias - RTP





Sem expectativas


TIMING


Violências universitarias Campanha da APAV

Credibilidade.

Jornal televisivo de notícias das 13h00 ou das 20h00, fico doida quando falam durante 26 minutos da saída do Papa em primeira notícia. Tal e qual quando se abra com futebol. Incompreensível. Inaceitável. E sem credibilidade nenhuma para o resto.

Respeito. A natureza é que manda.

Chuva de meteoritos na Rússia provocou o pânico e a surpresa com centenas de pessoas feridas e muitos estragos materiais. Em imagens aqui, filmado por amadores e a notícia aqui em papel. 



quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Sarcasmo

Zen Zhane K astro

merci Lilly.

Oh yeah! But proibido para as criancinhas do Reino Unido


Acção!

Uí! Tantos!

Do melhor!

Partilha.

-O amor não se exprime de forma subtil. "A chave é a devastação." O mestre! Rumi!
-Então, segundo Rumi, o amor tem de ser devastador?
-Ouve. O amor não é uma escolha. Simplesmente acontece e arrebata-nos. Já viste alguém apaixonar-se de verdade? É feio, é tóxico, é sético.
-Diz-me uma coisa. Como te dás tão bem com a tua mulher?
-É fácil. Casei com a minha melhor amiga.
-Pensei que fosse eu o teu melhor amigo.
-Sim. És o meu melhor amigo. Ela é a minha senhora.

Muito bom




Quando o Francisco José Viegas expressa-se no seu blog, até gosto. Nunca tive medo da má educação, ela fala muito.


IkÉA

Eu sei, eu sei a panca já é antiga, há quem está traumatizado por mim por causa desta marca. Eu sei, eu sei, que não foram sempre cor-de-rosas as politicas da marca. Eu sei, eu sei que quando fui até Espanha buscar movéis por não haver ainda em Portugal, a aventura com a Policia espanhola não foi das melhores. Eu sei, eu sei, mais que uma vez, quando volto de lá com o carro cheio e que mal consigo conduzir, que tenho que montar os móveis todos e que enervo-me na bricolagem, que detesto a marca. Mas paciência, o amor é assim, aceitar o bom e o mau e transformar o que se quer em coisa boa. IKÉA, Amo-te. E adoro a tua estratégia marketing. É linda.

 Ah! Esqueci-me... Voluntários? 

Good picture


Se e como quiseres!

-És doida. -És curiosa. -És teimosa. -És chata.


-Okay! Está bem! 

DA-mais!

Oh paaaaaaaaaaah! Quando não se pode partilhar coisas do carago quando e se recebe sms de outras pessoas por engano e que diz respeito à pessoas públicas nacionais! Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah! LOOOL! Muito bom! Sorry. Não posso contar!

Um bocado de sociologia...


Com a Raquel Albuquerque e o Público

A sério? Não me diga!

Gasolina portuguesa é a quinta mais cara numa lista de 60 países | iOnline

So Good! Why, Beckham, Why?

E para os barrigudos que gostam de minis.... TOCA A BEBER!

Aqui o estudo que prova que a barriga devida à cerveja é mito...

Deliciosa curta curta muito curta!

Fantástica curta curta da 8ª edição do "Mobile Film Festival" (Um telemóvel, um minuto, um filme) chama-se "Transports en commum" é de Martin Pavloff. 






Ups... Sorry, I killed you.

Na África do Sul, o atleta paralímpico exemplar, Oscar Pistorius, teria matado a namorada a pensar que era um intruso. Informação aqui.

Toca a beber!

Chá verde e vinho tinto protegem contra Alzheimer


Pesquisadores da Universidade de Leeds, no Reino Unido, descobriram num estudo que compostos do chá verde e do vinho tinto oferecem proteção contra a doença de Alzheimer.

Com base em testes de laboratório, os cientistas ingleses verificaram que o composto catequina, retirado do chá verde, e o resveratrol, extraído do vinho tinto, tinham capacidade para impedir a ligação dos aglomerados de proteínas amiloides às células do cérebro, processo que está na base do desenvolvimento da doença de Alzheimer.
 
"Esse é um passo importante para aumentar a nossa compreensão das causas e da progressão da doença de Alzheimer”, afirmam os autores do estudo, acrescentando que os compostos poderão ser usados, no futuro, para desenvolver novos fármacos mais eficazes contra a patologia.



13 Fevereiro, 2013 notícia daqui.

Marketing irritante

E-mail:
"Surface. Chegou o tablet de que estava à espera."
???? Não! Estou a espera de muita coisa mas não de um tablet "Surface"...


Telefone:
"-Ola, boa tarde! Sr.ª guuegruygfsgfyizssschouussh? 
 -Sim, boa tarde!
 -Estou a ligar-lhe porque ficamos em dívidas para consigo há uns tempos a propósito de uma prenda que ficamos em entregar-lhe e estamos a  contactá-la agora para portanto lhe oferecer.
-Há quanto tempo? É que não tenho lembranças de me ficar a dever uma prenda, deixe-lá que não vale a pena. Obrigada.
-Queremos convidá-la a si e ao seu esposo para compensar o devido e...
-AHAHAHAHAHAHAHA! O esposo já foi há 5 anos e insisto, esquece-lá isto.


Supermercado:
-Parabéns, ganham 5 euros no seu cartão de descontos! 
-Ah! Que bom! 
-Já acumulou 500€ em compras! 
-O Quê? Já gastei tanto dinheiro...

FRASE


Não se acostume com o que não o faz feliz.
"Fernando Pessoa"

Oh yeah! Charly!

"Eu detestava esse tipo de swing sexual característico de Los Angeles, Hollywood, Bel Air, Malibu, Laguna Beach. Estranhos no primeiro encontro, estranhos na despedida - um verdadeiro ginásio olímpico de corpos anônimos masturbando-se mutuamente. Gente sem moral normalmente se considera mais livre, mas a maioria carece da capacidade de sentir, de amar. Então, viram swingers, num troca-troca incessante de parceiro. Morto fodendo morto. Nenhum senso de humor, nada de brincadeira no jogo deles - cadáver fodendo cadáver. As morais são restritivas, mas são fundadas na experiência humana através dos séculos. Certas morais servem para encarcerar as pessoas nas fábricas, igrejas e submetê-las ao estado. Outras fazem sentido. É como um pomar repleto de frutos envenenados e bons frutos. O negócio é saber qual apanhar pra comer, qual evitar."
Charles Bukowski

Só de vez em quando

-Apetece-me dizer umas verdades.
-Ah sim? Assim? De repente repentinha apetece-te dizer UMAS verdades?
-Hum hum...
-Mas porquê? Não costumes dizê-las?
-Foda-se! Estou farto desta merda! Acusado de tudo e mais alguma coisa!
-Mas o quê? De quê? 
-Foram umas merdas que li sobre mim!
-Ah sim? És famoso?
-Não mas tenho a certeza que era de mim que se falava! Porra! 
-Mas como? Nomearam-te? Perguntaste? Disseram-te?
-Não, mas não sou burro!
-Ninguém disse que eras ou que és. Isso chama-se mania da perseguição ou paranóia. Ninguém sabe sem saber.



quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Clarice na Gulbenkian

Fundação Calouste Gulbenkian

14-02-2013

SexLab da Universidade do Porto precisa de voluntários - Portugal - DN

Olfacto...

A mexer na merda encontra-se e aprende-se muita coisa... Menos o que se procura.
Kabg.

No pais das maravilhas, mas não é Alice...


Looking for...


Aiiiiiiiiie! Que não aguento...

Os donos da razão que são do pior exemplo, os cabrões a meterem-se na vida dos outros para esconderem-se das merdas deles, foda-se! A vida de cada um só diz respeito a cada um! Deixem as pessoas em paz, as pessoas que estão a passar por momentos que já em si não são fáceis e ainda por cima a levar com os quadrilheiros a falarem do que não sabem. A vida não é para enterrar-se uns aos outros. Hoje são uns, amanhã são vocês. Limpem e varram à vossa porta, e manifestem-se só se vos pedir ajuda ou a vossa opinião, se não, Calados! Olha o caralho...  

Luz!

CAT POWER!
@kabg 12-02-2013

Não tem a mínima importância

 Dia ou não, não tem a mínima importância, esta imagem, sim, merece destaque não pelo objectivo de consumo mas sim pelo conteúdo e a mensagem de tolerância. Está bonita :)



Há tesouros para ver e rever.

SIM!


Falta de condenações em Portugal preocupa Europa - Portugal - DN

Falta de condenações em Portugal preocupa Europa - Portugal - DN

Há sempre mais que uma versão...



O Desprezo

Teen's lingage.

-Hououououééééé (com boca meia fechada e som a sair de entre os dentes) Ka nojo!

I need a man?!

-Mãe, tens mesmo que arranjar um namorado.
-Então?
-Quem poderia ser?
-Está a dar-te?
-Este não pode, este também não, este não... Vá lá quem?
-Não somos obrigados a ter alguém, ou a gostar de alguém, isto é um assunto sério. E mais vale só e bem, que mal e acompanhada.
-Sim, sei mas tu precisas de alguém para te ajudar e estar contigo e eu aqui no meio de tantas mulheres...
-Ahaha! Tu é que estás bem acompanhado!
-Sim mas preciso de um homem que me comprenda.
- Hehe! Tens um pai.
-Sim mas é diferente.
-Então e eu? Não te compreendo?
-Ó mãe, sim, mas há coisas de homens!

-H e h e h e h e...


Miss you.

miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you.miss you. miss you. miss you. miss you. miss you.