domingo, 17 de fevereiro de 2013

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Gosto.

Gosto dos meus amigos que corrigem os meus erros. Ortográficos, entendo. Gosto dos meus amigos que me dizem vou te dizer só uma vez: nitidamente é assim. Tinha esta ideia mas não nitidamente. Gosto dos meus amigos com quem posso partilhar tudo até cenas de cócó. 


Uma salsicha de cavalo please!

Bem, eu por acaso, desculpa mas estou farta de me rir com este assunto. Alguém morreu?

Não me parece. OK, é grave de comprar algo e de comer outra. OK. OK é grave de ser enganados no que comemos. OK. OK, é grave empresas e negócios enganar os consumidores, apesar dos 928357283756239875029 contrôlos de qualidade, apesar das 1248958976234578 leis agro-alimentares apesar de ser escandolasamente enganados ok. ok. ok. Eu lembro-me perfeitamente quando era pikina, de comer cavalo e adorar, de ver os talhos só desta carne, claro quando cresci e tornei-me cavaleira, deixei completamente, nem sou capaz hoje de comer, mas lembro-me também de comer avestruz aqui em Portugal. É verdade, que é feita desta carne, saudável?
Mas vamos lá ver, apesar de não gostar de ser enganada, obviamente que é grave, ok, ok, ok mas não houve morte, nem doentes,nem consequências além das morais? Pois não? Ninguém ficou cego, paraplégico, infectado ou qualquer coisa do género? Pois não? Não sabemos o que comemos, o que respiramos e o que bebemos de qualquer forma. Ah, é que me parece que há consequências muito mais graves com enganos e tráficos de medicamentos...


Monica...

É uma das mais Belluci mulher do planeta. Não há discussão possível. Agora de repente, parei nesta imagem, e só me fez lembrar desodorizante... Hum... que espírito meu tão esquisito.




E agora, digam lá que não há coisas do carago:


E para quem não gosta de manhã ou de acordar com ele entalado, diz-se que:


Novo filme. Da vida real.



Vá... Digam lá que é mais bonito que António Banderas. Que parece uma foto tirada de um filme de gangster. E podia ser actor de certeza. Mas com balas reais. E cenas espectaculares mas sem efeitos especiais. Sim. O Joaquin Guzman, não é um o "GUZ Man", homem de gozo, é um mafioso a sério. É um traficante mexicano de droga com alcunha "El Chapo" (o pequeno em mexicano lá da aldeia) que acabou de ser oficialmente designado inimigo público N.º1 da cidade de Chicago. Um título, longe de Hollywood, que não tinha sido atribuído desde 1930, resumindo,  desde "Al Capone". Leader do quartel de Sinaloa, fugiu de uma prisão mexicana em 2001 e é um dos fugitivos mais perigoso e mais procurado. Do mundo. E também um dos mais rico. O magazine Forbes estima a sua fortuna em mais de 1 000 000 000 $$$...


La Chicago Crime Commission annonce que Joquin Guzman est désormais l'ennemi public n°1, le 14 février à Chicago.



sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Charly, Charly

"mulheres não sabem como amar",
ela me disse.
"você sabe como amar"
"mas mulheres só querem parasitar.
sei disso porque sou mulher."

hahaha, eu ri.

"por isso não se preocupe por ter terminado com Susan
porque ela apenas irá parasitar outro homem."
falamos um pouco mais
então eu me despedi
desliguei o telefone
fui ao banheiro
e mandei uma boa merda de cerveja
basicamente pensando, "bem,
continuo vivo
e tenho a capacidade de expelir
sobras do meu corpo.
e poemas.
e enquanto isso acontecer
serei capaz de lidar com traição
solidão
unhas encravadas
gonorreia
e o boletim econômico do caderno de finanças."

com isso
me levantei
me limpei
dei a descarga
e então pensei:
"é verdade:
eu sei como amar."

ergui minhas calças e caminhei
para a outra peça.

- Charles Bukowski




Portugal! ... ups ... ah ... naõ ...afinal .. é ... a ... Grécia.


A Very Greek Depression
By KOSTAS TSAPOGAS

Athens

LIKE many Greeks caught in the maelstrom of the economic crisis, my wife and I live a day-to-day existence.

Since the newspaper where I worked for 23 years (my wife for 17) went out of circulation in December of 2011, we have both been unemployed. Neither of us have received a paycheck in 18 months, as our newspaper stopped paying us five months before it closed. With unemployment for journalists at over 30 percent, and the official unemployment rate at 26 percent, our prospects for this year are, shall we say, not terribly favorable.

Our story is typical of many in Greece, though some are much worse off and some have it better. But like an overwhelming number of Greeks who are struggling just to get enough food, to keep their homes warm and to maintain a semblance of normalcy, we are fighting to keep our dignity intact and avoid the depression that is enveloping our country.

We have been lucky in some ways. Our son, like many young people, has left Greece and found work as a software engineer in Scotland, and we are watching as the country loses a generation of highly skilled university graduates. Our parents, though elderly, are healthy and manage to survive on their pension, which has been cut by almost 50 percent in the last two years. They have offered to share what little they have with us — something common in Greece, where traditional family ties often offset ineffective social welfare programs.

In the past 18 months, we have tried to find work in journalism. With a group of former colleagues, we tried to create a start-up digital newspaper. After months of hard — and unpaid — work, our primary investor pulled out just a few days before we were supposed to go online, unwilling to take the risk in such a fragile economy.

We have continuously explored other avenues to find work. My wife has taken up baking to help keep us afloat. We are exploring the possibility of exporting Greek agricultural products.

In an economy where home sales are almost nonexistent, we managed to sell our small country home. Even though we got less than 20 percent of its previous value, we feel lucky because it allows us to survive for a few more months.

We also managed to get a court order that prevents the banks from foreclosing on our mortgage, so our home in Athens is safe until 2015. We are luckier than the people who are forced to live in their cars — their only property after they lost their jobs and the banks took their houses or their landlords refused to extend them any more credit. They park at a different spot every few days and usually rely on the kindness of strangers for bath and toilet facilities, or relieve themselves at public or private gardens, including, occasionally, our own.

We know we are lucky to have a garden. This January, pruning the trees proved to be psychologically beneficial. This time, though, the pruning went a bit deeper, and I found myself hacking at the laurel tree my grandfather planted when I was born, 57 years ago.

Up to now, we were lucky to escape the wood-cutting, wood-burning craze. With the price of heating fuel almost doubling since last year, central heating is mostly turned off. Fireplaces and stoves are pressed into service, even in high-rise condominiums.

Hence the sting in my eyes every evening when many of our neighbors return to their cold homes and Athens is shrouded in a cloud of wood smoke. Government warnings that pollution has exceeded dangerous levels are dismissed with a shrug, or as another ploy to force people to use the heavily taxed heating fuel whose consumption has fallen by as much as 70 percent. Meanwhile, the Forestry Protection Services are fighting a losing battle to prevent deforestation at a scale unseen since the Nazi occupation.

We are certainly luckier than the people flooding the city’s 191 soup kitchens run by the Greek Orthodox Church. Luckier that the nouveau-poor, like the middle-aged man dressed in an Armani suit, a bit threadbare at the elbows and shiny at the seat of the pants, who tries to look inconspicuous waiting in line at the Koumoundourou Square soup kitchen for his daily meal. Luckier than the very respectable woman who walks six kilometers every day to stand in line for two containers of food and then goes back home pretending to cook, not wanting to tell her sick husband that they can’t afford it.

My wife and I sometimes ask ourselves if we are in a state of denial. But we believe that the biggest danger comes from succumbing to depression, and we both struggled to get out of bed during the holidays. But since then we’ve gotten up every day and tried to find some way to get ourselves back on track. We’d be happy to start over, but where to start?

Any new venture requires money, and we have only enough to survive, and credit is impossible to obtain. When we go to bed at night, we realize we have made it through another day. Seven nights, and we’ve made another week. Like the cloud of smoke hovering over the winter sky in Athens, we want desperately to believe the situation is not permanent.

But we can’t be sure. We do know the smoke will dissipate, at the very least, come spring.

Kostas Tsapogas is a former foreign editor of Eleftherotypia.

Published: February 14, 2013, The New York Times.

WORLD PRESS PHOTO 2013

Foto de PAUL HANSEN

o Português, Daniel Rodrigues, o foto-jornalista que ganhou um prémio neste estimado concurso, está desempregado. Pois claro, estamos em Portugal. 


S. Valentim off, the best gift: how to break up:

à Jardineiro:
-Querida, vou regar outra rosa.

à Pintora:
-Bonita, não posso mais contigo. Nem pintada.

à Narciso
-Era melhor tu encontrares alguém que te ama tanto como tu me amas.

à Alzheimer
-Mas afinal quem és?

à Oportunista
-E a tua amiga?

à Amigo
-Olha, acabou mas vamos lá mais uma vez, só naquela, para acabar bem?

Paris, 12-12 @kabg



La montre béryl vert et diamants de Cartier


Quem quem quem?

"Grândola Vila Morena" interrompe debate quinzenal no Parlamento - Política - Notícias - RTP





Sem expectativas


TIMING


Violências universitarias Campanha da APAV

Credibilidade.

Jornal televisivo de notícias das 13h00 ou das 20h00, fico doida quando falam durante 26 minutos da saída do Papa em primeira notícia. Tal e qual quando se abra com futebol. Incompreensível. Inaceitável. E sem credibilidade nenhuma para o resto.

Respeito. A natureza é que manda.

Chuva de meteoritos na Rússia provocou o pânico e a surpresa com centenas de pessoas feridas e muitos estragos materiais. Em imagens aqui, filmado por amadores e a notícia aqui em papel. 



quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Sarcasmo

Zen Zhane K astro

merci Lilly.

Oh yeah! But proibido para as criancinhas do Reino Unido


Acção!

Uí! Tantos!

Do melhor!

Partilha.

-O amor não se exprime de forma subtil. "A chave é a devastação." O mestre! Rumi!
-Então, segundo Rumi, o amor tem de ser devastador?
-Ouve. O amor não é uma escolha. Simplesmente acontece e arrebata-nos. Já viste alguém apaixonar-se de verdade? É feio, é tóxico, é sético.
-Diz-me uma coisa. Como te dás tão bem com a tua mulher?
-É fácil. Casei com a minha melhor amiga.
-Pensei que fosse eu o teu melhor amigo.
-Sim. És o meu melhor amigo. Ela é a minha senhora.

Muito bom




Quando o Francisco José Viegas expressa-se no seu blog, até gosto. Nunca tive medo da má educação, ela fala muito.


IkÉA

Eu sei, eu sei a panca já é antiga, há quem está traumatizado por mim por causa desta marca. Eu sei, eu sei, que não foram sempre cor-de-rosas as politicas da marca. Eu sei, eu sei que quando fui até Espanha buscar movéis por não haver ainda em Portugal, a aventura com a Policia espanhola não foi das melhores. Eu sei, eu sei, mais que uma vez, quando volto de lá com o carro cheio e que mal consigo conduzir, que tenho que montar os móveis todos e que enervo-me na bricolagem, que detesto a marca. Mas paciência, o amor é assim, aceitar o bom e o mau e transformar o que se quer em coisa boa. IKÉA, Amo-te. E adoro a tua estratégia marketing. É linda.

 Ah! Esqueci-me... Voluntários? 

Good picture


Se e como quiseres!

-És doida. -És curiosa. -És teimosa. -És chata.


-Okay! Está bem! 

DA-mais!

Oh paaaaaaaaaaah! Quando não se pode partilhar coisas do carago quando e se recebe sms de outras pessoas por engano e que diz respeito à pessoas públicas nacionais! Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah! LOOOL! Muito bom! Sorry. Não posso contar!

Um bocado de sociologia...


Com a Raquel Albuquerque e o Público

A sério? Não me diga!

Gasolina portuguesa é a quinta mais cara numa lista de 60 países | iOnline

So Good! Why, Beckham, Why?

E para os barrigudos que gostam de minis.... TOCA A BEBER!

Aqui o estudo que prova que a barriga devida à cerveja é mito...

Deliciosa curta curta muito curta!

Fantástica curta curta da 8ª edição do "Mobile Film Festival" (Um telemóvel, um minuto, um filme) chama-se "Transports en commum" é de Martin Pavloff. 






Ups... Sorry, I killed you.

Na África do Sul, o atleta paralímpico exemplar, Oscar Pistorius, teria matado a namorada a pensar que era um intruso. Informação aqui.

Toca a beber!

Chá verde e vinho tinto protegem contra Alzheimer


Pesquisadores da Universidade de Leeds, no Reino Unido, descobriram num estudo que compostos do chá verde e do vinho tinto oferecem proteção contra a doença de Alzheimer.

Com base em testes de laboratório, os cientistas ingleses verificaram que o composto catequina, retirado do chá verde, e o resveratrol, extraído do vinho tinto, tinham capacidade para impedir a ligação dos aglomerados de proteínas amiloides às células do cérebro, processo que está na base do desenvolvimento da doença de Alzheimer.
 
"Esse é um passo importante para aumentar a nossa compreensão das causas e da progressão da doença de Alzheimer”, afirmam os autores do estudo, acrescentando que os compostos poderão ser usados, no futuro, para desenvolver novos fármacos mais eficazes contra a patologia.



13 Fevereiro, 2013 notícia daqui.

Marketing irritante

E-mail:
"Surface. Chegou o tablet de que estava à espera."
???? Não! Estou a espera de muita coisa mas não de um tablet "Surface"...


Telefone:
"-Ola, boa tarde! Sr.ª guuegruygfsgfyizssschouussh? 
 -Sim, boa tarde!
 -Estou a ligar-lhe porque ficamos em dívidas para consigo há uns tempos a propósito de uma prenda que ficamos em entregar-lhe e estamos a  contactá-la agora para portanto lhe oferecer.
-Há quanto tempo? É que não tenho lembranças de me ficar a dever uma prenda, deixe-lá que não vale a pena. Obrigada.
-Queremos convidá-la a si e ao seu esposo para compensar o devido e...
-AHAHAHAHAHAHAHA! O esposo já foi há 5 anos e insisto, esquece-lá isto.


Supermercado:
-Parabéns, ganham 5 euros no seu cartão de descontos! 
-Ah! Que bom! 
-Já acumulou 500€ em compras! 
-O Quê? Já gastei tanto dinheiro...

FRASE


Não se acostume com o que não o faz feliz.
"Fernando Pessoa"

Oh yeah! Charly!

"Eu detestava esse tipo de swing sexual característico de Los Angeles, Hollywood, Bel Air, Malibu, Laguna Beach. Estranhos no primeiro encontro, estranhos na despedida - um verdadeiro ginásio olímpico de corpos anônimos masturbando-se mutuamente. Gente sem moral normalmente se considera mais livre, mas a maioria carece da capacidade de sentir, de amar. Então, viram swingers, num troca-troca incessante de parceiro. Morto fodendo morto. Nenhum senso de humor, nada de brincadeira no jogo deles - cadáver fodendo cadáver. As morais são restritivas, mas são fundadas na experiência humana através dos séculos. Certas morais servem para encarcerar as pessoas nas fábricas, igrejas e submetê-las ao estado. Outras fazem sentido. É como um pomar repleto de frutos envenenados e bons frutos. O negócio é saber qual apanhar pra comer, qual evitar."
Charles Bukowski

Só de vez em quando

-Apetece-me dizer umas verdades.
-Ah sim? Assim? De repente repentinha apetece-te dizer UMAS verdades?
-Hum hum...
-Mas porquê? Não costumes dizê-las?
-Foda-se! Estou farto desta merda! Acusado de tudo e mais alguma coisa!
-Mas o quê? De quê? 
-Foram umas merdas que li sobre mim!
-Ah sim? És famoso?
-Não mas tenho a certeza que era de mim que se falava! Porra! 
-Mas como? Nomearam-te? Perguntaste? Disseram-te?
-Não, mas não sou burro!
-Ninguém disse que eras ou que és. Isso chama-se mania da perseguição ou paranóia. Ninguém sabe sem saber.



quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Clarice na Gulbenkian

Fundação Calouste Gulbenkian

14-02-2013

SexLab da Universidade do Porto precisa de voluntários - Portugal - DN

Olfacto...

A mexer na merda encontra-se e aprende-se muita coisa... Menos o que se procura.
Kabg.

No pais das maravilhas, mas não é Alice...


Looking for...


Aiiiiiiiiie! Que não aguento...

Os donos da razão que são do pior exemplo, os cabrões a meterem-se na vida dos outros para esconderem-se das merdas deles, foda-se! A vida de cada um só diz respeito a cada um! Deixem as pessoas em paz, as pessoas que estão a passar por momentos que já em si não são fáceis e ainda por cima a levar com os quadrilheiros a falarem do que não sabem. A vida não é para enterrar-se uns aos outros. Hoje são uns, amanhã são vocês. Limpem e varram à vossa porta, e manifestem-se só se vos pedir ajuda ou a vossa opinião, se não, Calados! Olha o caralho...  

Luz!

CAT POWER!
@kabg 12-02-2013

Não tem a mínima importância

 Dia ou não, não tem a mínima importância, esta imagem, sim, merece destaque não pelo objectivo de consumo mas sim pelo conteúdo e a mensagem de tolerância. Está bonita :)



Há tesouros para ver e rever.

SIM!


Falta de condenações em Portugal preocupa Europa - Portugal - DN

Falta de condenações em Portugal preocupa Europa - Portugal - DN

Há sempre mais que uma versão...



O Desprezo

Teen's lingage.

-Hououououééééé (com boca meia fechada e som a sair de entre os dentes) Ka nojo!

I need a man?!

-Mãe, tens mesmo que arranjar um namorado.
-Então?
-Quem poderia ser?
-Está a dar-te?
-Este não pode, este também não, este não... Vá lá quem?
-Não somos obrigados a ter alguém, ou a gostar de alguém, isto é um assunto sério. E mais vale só e bem, que mal e acompanhada.
-Sim, sei mas tu precisas de alguém para te ajudar e estar contigo e eu aqui no meio de tantas mulheres...
-Ahaha! Tu é que estás bem acompanhado!
-Sim mas preciso de um homem que me comprenda.
- Hehe! Tens um pai.
-Sim mas é diferente.
-Então e eu? Não te compreendo?
-Ó mãe, sim, mas há coisas de homens!

-H e h e h e h e...


Miss you.

miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you. miss you.miss you. miss you. miss you. miss you. miss you.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Ensaio

-Mãe, tens que tirar a mão do bolso e metê-la no meu ombro para eu poder te dar a volta à cintura com o meu braço.
-Hum. Estás a treinar muito.

Just one. From everywhere.

Eros 2013

Maravilhosa vista do meu amigo Serge Bloch:

Hehe! Muito bom!

Logíca.

-Ó avô! Porque é que só se fala do Papa?
-Porque ele está a ir embora.
-Porque é que isto é importante?
-Porque é a pessoa mais importante da igreja.
-A igreja é onde vais sempre?
-Sim, à missa!
-E porque é que vais sempre à missa?
-Porque é assim! Respeitinho e mais nada! É assim, sempre foi assim e mais nada!
-Mas porque é que tenho que respeitar um sitio onde as pessoas vão e continuam a ser más, onde te pedem dinheiro, onde fazem mal às crianças e não ajudam os meninos que morrem de fome?

Love. Dad and Sis.

O Silêncio fala.

Por vezes, a vida é injusta. Caí-nos em cima. Somos atacados por razões erradas, motivos alheios ao propositado. Sem argumento nenhum, sem razão óbvia, sem facto sensato para o ataque. Sem justo motivo. E temos tudo contra nós. Contra nós quer dizer o que não se vê. Escolhemos a postura de ser digno do que somos hoje e de tudo o que fez até agora por o ser. E não queremos responder com  a mesma defesa, lavar roupa suja em público, contra-atacar com golpes baixos, mexer na ferida. Mas só numa perspectiva de esperar que o mau volta à razão, que as motivações rancorosas iluminam-se de purificação, para serem retribuídos aos seus verdadeiros valores. E tentamos ainda o dialogo, o bom senso. E no fundo de nós, temos que encontrar sangue frio. Para proteger da dor. A muralha do sofrimento. A barreira infinita do inatingível. Enterramos as emoções todas, tão profundamente e de tal maneira que lidamos com a revolta, a insensibilidade, a frieza, o vazio. E depois de tempo lentamente passado, minutos, horas, dias, noites, meses decorridos, chega o veredicto. Temos razão. Tivemos razão este tempo todo. O ataque foi injustificado, injusto, infundado. E ainda com agravante de mais do que pedimos. Alias não tínhamos pedido nada. Mas a justiça foi justa até onde podíamos ter pedido e denunciado e não o fizemos. E agora? Nada.Queremos sentir. Mas nada. Toda a gente a nossa volta sente por nós. Ri-se, festeja mas aqui dentro não se passa nada. Nada. Onde estão o alivio, a alegria, a vitória, a vingança, a paz e a justiça? Não fazemos ideias. Tentamos chorar. Choramos. Mas mais pela percepção do nada que pelo peso tirado dos ombros. A luta foi limpa e nobre. O deliberado também.

O Sábio.

Um dia, na Cabília, um velho muito velho sentado a frente de uma casa também velha de pedras, na terra, olhava com insistência para uma menina de quase cinco anos que estava a passear com os pais, como se estivesse a lê-la. Chamou-a, com um sinal da mão. Os pais deixaram a miúda ir. Colocou-lhe a mão em cima da cabeça e disse-lhe coisas imperceptíveis, falava a língua cabila. O pai da criança começou a traduzir em voz alta, para a mãe perceber: "Tu és uma criança da lua. Tu foste tão abençoada como amaldiçoada. E as tuas provas serão sempre à altura das tuas capacidades. Os resultados e consequências das tuas escolhas serão sempre à tua custa. Tu foste escolhida. És uma criança da lua. Tu tens um poder e uma protecção divino. Tu tens muita força contra o mal. Serás sempre safa pela tua inteligência. O teu passagem na terra é uma missão. És uma criança da lua.O teu caminho..." Brutalmente, a mãe tirou a miúda de frente e levou-a ao colo quase a correr, a fugir, insultando o senhor de maluco, de doido e de velho tarado.






segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Eis um maravilhoso exemplo: resignar-se - demitir-se.

Seja por qualquer motivo, saúde, incompetência, pessoal etc... Não é vergonha nenhuma mas sim acto de coragem. E é preciso. Vá, será talvez uma desculpa para fazer uma vénia. Vá, uma pequena. Vá, um movimento de cabeça. Vá, uma palmadinha nas costas. Só para ajudar a sair. 

For who likes fashion

A mesma vista há 30 anos do 8º andar...

 Paris, 19ème @kabg 12-12

E nova cena...


Depois de KArl Lagerfield, Sonia Rykiel e Jean Paul Gaultier, é o Marc Jacobs que vestem as latas e garrafas de coca-cola light para os 30 anos da marca. O que não percebi é que ele esqueceu de se vestir...


A cada obstáculo, um passo melhor.

Na "minha" rua, hoje.

Ora... Ora... Ora... Cada história tem sempre várias interpretações.

Mediante as personalidades e cada um, titúlo à escolha:

METEM-SE NA VOSSA VIDA.

MANDARAM-NOS BRINCAR ENQUANTO ESTÃO A BEBER CAFÉ.

O AMOR NÃO ESCOLHA RAÇA, IDADE NEM TAMANHOS.

PORNOGRAFIA CANINA

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Intuição.

"Intuição é quando o seu coração dá um pulinho no futuro e volta rápido."
Adriana Falcão

Ela é ela.

-Peço te desculpa mas é ela. A mãe dos meus filhos e o meu problema não foi com ela mas sim comigo. Deixei-a a pensar que era a nossa relação que não ia bem. Mas era eu.
-Só podes estar a gozar comigo.
-Não, não estou. Eu é que não soube lidar comigo e com a minha revolta. Mas escolhi-a. Depois de não a querer, ela provou-me o contrário com delicadeza. As mulheres são sempre mais perspicazes que os homens. E baralhei-me. E baralhei-te. Gosto muito de ti. Não te quero magoar. Não era a minha intenção. És a mulher mais maravilhosa que conheço. 
-Só te vou mandar bem educadamente para a mulher que te pariu. Se tinhas problemas contigo próprio, só tinhas que os resolver contigo. Não me vir buscar. Não me conquistar. Não me iludir. Não acreditar. Não me fazer acreditar. Não me impressionar. Não se usa as pessoas. Não se utiliza as pessoas. Não se brinca com as pessoas. Não se aproveita das pessoas. Não vales o que pareces. E sim, é ela. Acho que sim. Que se merecem. Mesma cultura, mesma educação, mesmo nível social, mesma origem, mesma naturalidade, mesmo nível etário aparente, mesmos gostos, mesmas profissões, mesmo bairro, mesmos amigos, mesmos critérios geográficos, mesmos princípios de base, mesmos filhos, quem é parecido se junta... Sejam felizes. Mas não tornem os outros infelizes para encontrar a vossa felicidade. Ah! E obrigada, agradeço a tua sinceridade e coragem por ser honesto. 

Verdade ou consequência?

A verdade é que o atrevido jogo é intemporal e internacional e dixit corda de saltar ou bola ou pião, ainda cá está, persistente. Fico boquiaberta perante a surpreendante força de caracter das minhas filhas, ao menos uma delas e a outra siga, que se recusam a jogar a tal "estúpido jogo".
-Ó mãe! Nem imagines, nunca mais fico na escola para esta treta.
-Então?
-Jogaram ao verdade ou consequência. (Desmaiei. Mas ninguém viu. Self-controlo com sorriso na cara.)
-Ah é? Como assim?
-Este jogo é parvo (sim sei filha por experiência pessoal, mas pensei que para já, já não existia, e que só se jogava lá no meu colégio em Paris).
-Ah sim? Mas porquê? Não jogaste?
-Claro que não! (uffah! Respiro! Good girl) Estão fartos de se apalpar, são mesmos porcos! (sim sei filha, normalíssimo)
-Ah sério? Que horror! Assim sem mais nem menos na escola?
-Tu nem imagines! (imagino, imagino, filha, melhor, lembro-me...)
-Pois é melhor não. Mas porque é que não jogas? ( isto não é normal, uma adolescente capaz de dizer não, sem medo de ser dissociado do grupo? De não ser aceite? Hum...)
-Nem pensar, são todos e todas estúpidos e porcos. (sim filha normalíssimo mas... Tu não?)
-Ah ok!
Enquanto as minis mulheres não se misturam, passados uns dias, o único rapaz e o mais novo aproveitou a cena em toda a sua esplendor masculina.
-Ó mãe! A festa da minha amiga correu bem. Ela convidou também a minha namorada e foi fixe.
-Que bom! Aproveitaste e divertiste, que agradável! (vá chiba, chiba estás desertinho!)
-Sim, foi mesmo fixe, jogamos ao verdade ou consequência. (Já? Não há idade mínima para consumir este jogo? Tu és o filhinho da mamã caraças!)
-Aaah... Então mandaram-te beijar a tua querida.
-Hihi, sim.
-Aonde? Na boca?
-Hihi, sim. E gostei. Hihi.
(medo)...

Dancing...

@kabg 02-13

Perfeito.

"Só se tem medo quando não se está de acordo consigo mesmo."
Herman Hesse

Heyaaaaaaaaaaaaa!

E de repente às 3h30 da manhã, tanta gente por aqui...

@kabg12-12

Jace Everett - Bad Things

Não falo da série em si mas este intro/video/clipe/générique ou sei lá como se chama é brutal.

Típico. E nacional.

Nunca na minha vida, ouvi tantas histórias de cornos. E põe, e mete, e levou... Não sei o que é isto. Meter? Pôr? Levar? Chifres? Na cabeça? Que cena. Não percebo de onde veio a expressão. Nem que horrível associação de palavras é esta. Além de apêndices nalguns animais... Animais? Talvez seria disto então. Ou então seria talvez uma deformação de Cornes, freguesia portuguesa do concelho de Vila Nova de Cerveira. 

Digo. Digo quando meteu a prova a minha inteligência.

"Não digas de nenhum sentimento que é pequeno ou indigno. Não vivemos de outra coisa que dos nossos pobres, formosos e magníficos sentimentos, e contra cada um que cometermos uma injustiça é uma estrela que apagamos."
Herman Hesse

Insegurança

"Sem amor por si mesmo, o amor pelos outros também não é possível. O ódio por si mesmo é exactamente idêntico ao flagrante egoísmo e, no final, conduz ao mesmo isolamento cruel e ao mesmo desespero."
Herman Hesse

Ooooh... Uma chapadona sabe tão bem.

Chandeleur

Ya de la crêpe!

Para as pessoas que me vêm chorar à porta:

O que estava a ler numa "brasíu" escorpiona cena:

"Uma interessante alternativa para esta fase é: observe o sofrimento alheio e veja como seus problemas lhe parecerão menores. É muito, muito provável que surja alguém passando por um momento difícil, e a pessoa se sentirá atraída por si. É como se ela captasse instintivamente que pode ajudá-la, e acredite: pode! Uma das melhores maneiras de não deixar que os problemas pessoais nos engulam é dar um pouco de atenção aos alheios. Afinal, existe tanta gente sofrendo muito mais do que nós, e por motivos muito mais sérios..."

Isso (o post) quero dizer (a minha leitura) ora fazem! Não venham ter comigo... LOoooOL!

Agricultura citadina

Coisa boa ;-)

Big LOL!

Ora que bom de rir. Não do que se diz mas da boca de quem o diz.

War

Ás armas!




Ups! Bad shot...



Profissional.

-Pare de me olhar assim! Nunca discute com o seu namorado?
-Não tenho namorado. Recomendo-lho. É prático.

Frase

"Se ganhares, não digas nada.
Se perderes, diz ainda menos."
Paul Brown.

As ações têm consequências.

-E agora?
-Bem, vamos separar-nos. Posso continuar a ir para sul. Tu ficavas bem aqui.
-Sim. Tens razão. É melhor não continuarmos juntas. Sabes o que não percebo? Como é que isto foi tão fácil para ti.
-Como assim? Tivemos de matar cinco pessoas. Só tínhamos falado em duas.
-Não é disso que estou a falar. Não te incomoda que nada disto tenha afastado a dor?
-Nunca pensei que o fizesse.
-Então, porque o fizemos?
-Porque alguém tem de pagar, está bem? Não me interessa o que dizem. As ações têm consequências. Talvez não num julgamento, talvez não numa prisão. Vá lá! Admite. Isto deu-te uma razão para viver.
-Era isso que esperava. Mas só me fez sentir mais... Mais nada.
-Então és uma mariquinhas.
-Vou buscar qualquer coisa fresca para bebermos.
-Espera. Eu insulto-te e tu importas-te se estou com sede? Tens de começar a pensar em ti própria, querida. O jogo é assim.

Experiência

-Parece a minha arrecadação. O meu marido tem tanta porcaria, que não tem piada nenhuma.
-É difícil manter um relacionamento com alguém que está no estrangeiro?
-Fazemos com que resulte.
-Trabalhar para os Médicos sem fronteiras é uma causa muito nobre. Mas imagino que já tenham um romance epistolar.
-Ficamo-nos pelo Skype. É moderno. Quando estamos juntos, parece que estamos a namorar. E, quando não estamos, faço outras coisas.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Detesto.

Acordo, 6h30. Para já, é super bué tipo de muito mega cedo. Deitei-me tarde. Com copitos e tal. Estou irritada de acordar a esta hora um sábado que por uma vez não trabalho e podia estar a dormir e descansar da semana toda. Depois, viro-me para dormir, quando toca no silencio religioso da ainda noite da cidade, a sirene dos bombeiros, 3 vezes, mas parece sem fim. E nada. Não se houve mais nada. Não se sabe mais nada. Não se vê mais nada. Imagina-se tudo, claro, até que o facto de ter acordado antes de tocar é um sinal premonitório de aviso do acontecimento. Qual acontecimento? Vamos lá fazer filme, sofrer por antecipação, e imaginar do pior, só naquela. É portanto impossível voltar a namorar com o sono quando Já estamos a discutir com a "dordecabeça". E ainda não são sete da manhã.

Escorpionas a volta do instagram...

foto by Gabiela Silva

Neighbours. No community.


Conversa de café.

-É uma bandalheira do caralho, é o que digo.
-Ahahahaha! Podes crer!
-Olha, olha para aquilo, é tudo uma festa, a administração local, regional, nacional, é tudo uma festa em nome do poder! Mas se tiveres cartão do partido até te safa!
-Tal e qual! Olha que já percebi que se chupasse pilas e tivesse cartão do partido, também tinha emprego bom, bem remunerado e sem preocupações, entende-se!
-E duvidas? Esta cena :
, tem um power do caralhão! Tu nem imaginas...
-Ahahahahaha! Opções! E consequências...




dá-(s)se.

foto @John Kolesidis (REUTERS)

Não sei em que contexto foram tiradas as fotos (aqui), não sei qual é a história, só sei que dá-me voltas ao estômago de revolta ver lutar a espécie humana para agarrar um saco de laranjas.